Um dos principais requisitos do mundo corporativo é a capacidade de relacionamento interpessoal. Para isso, é indispensável ter uma boa dose de humildade

Muitas pessoas julgam as outras, em relação a ser ou não ser humilde sem ao menos saber o que é verdadeiramente humildade. Algumas, inclusive, de humildes nada têm, mas mesmo assim insistem em rotular os outros. Infelizmente, isso faz parte da natureza humana e quem sou eu para julgar isso também!? Entretanto, trazendo para a nossa realidade e incluindo o tema no nosso dia-a-dia, podemos identificar uma série de fatores que interferem positiva e negativamente. Por isso, acredito ser de extrema importância alertar a todos sobre esta questão – afinal, ser humilde vai muito além de simplesmente tratar a todos de igual para igual. Isto, na verdade, é mais uma questão de educação do que de humildade, mas tem muita gente que resume o significado da palavra e acabam, também, resumindo sua significância. Como insisto em meus discursos por aí afora, o profissional ideal é definido por um conjunto de características que fazem dele um ser próximo da perfeição. Sabemos que ninguém é perfeito, entretanto há sim um modelo ideal e o mais prudente é ir em busca de uma maior proximidade desta “perfeição”. E um dos requisitos mais almejados e requeridos pelas empresas é a capacidade de relacionamento interpessoal. Sabe o que é isso? Trata-se da capacidade de o indivíduo se relacionar produtivamente com os demais colaboradores de uma empresa, propiciando um clima organizacional favorável para o bom andamento da companhia.
Convido a todos a fazer uma reflexão. Você é humilde? Sua humildade se dá com todos à sua volta, ou só com quem lhe convém?
Voltando à humildade, uma das características básicas do relacionamento interpessoal é, justamente, a prudência na sua utilização – ou, então, o seu desuso. Como dizem, nenhum extremo é bom. Nem a humildade deve ser utilizada assim. Por isso, convido a todos a fazer uma reflexão. Você é humilde? Sua humildade se dá com todos à sua volta, ou só com quem lhe convém? Para responder tal pergunta, eis a definição da palavra: humildade – vem do latim húmus, que significa filhos da terra e, segundo Michaellis, quer dizer virtude com que manifestamos o sentimento de nossa fraqueza, modéstia. Ou seja, demonstrar uma fraqueza e admitir que não é dotado de todo conhecimento (e que pode, sim, ser útil para os outros, assim como os outros podem ser úteis para si). É a qualidade de não tentar se projetar sobre os outros e respeitar o espaço, as competências e as particularidades de cada um.
Julgar alguém sobre suas qualidades ou tratar uma pessoa diferente por conta de alguma peculiaridade já é falta de humildade, diria até discriminação. Acreditar que você é melhor que alguém e agir baseado nestas crenças é algo de extrema soberba. E o pior, além de você conquistar uma legião de desafetos por causa da sua forma deselegante de ver e tratar o mundo, você deixa de se desenvolver. É verdade... siga meu raciocínio. Se eu me julgo uma pessoa melhor que as outras e acredito piamente que eles nada têm a me acrescentar, logo não terei nada deles, realmente. Ao contrário, se eu entender que não sou melhor que ninguém, estarei aberto a todo e qualquer ensinamento e/ou benefício que os outros puderem me dedicar. Não é muito melhor?
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Comentários
Aplica-se exactamente com tudo aquilo que aqui observei.Hoje por vezes há imenso para escrever nos blogues!Nada nada mais gostoso do que por a nossa escrita espalhada pelo mundo!
Até amanhã :)
Obrigado, e um cordial abraço,
Luis Gonzaga - Grupo Meta
Curitiba/PR
MUITO BOA SUA DEFINIÇÃO..
FICA COM DEUS
Parabéns.