| segunda-feira, 23 de julho de 2012 |
| Insatisfação: mexa-se ou continuará aborrecido |
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Insatisfação no trabalho pede autorreflexão e atitude Claro que existem pessoas satisfeitas com seu emprego, caso você seja uma delas, receba meus parabéns e continue no trajeto que provavelmente continuará impulsionando sua carreira. Mas se você não gosta do seu trabalho, trago algumas dicas e broncas. Sim, broncas, afinal, você tem feito algo para melhorar sua situação? Há muitos profissionais que estão insatisfeitos com seus empregos e nada fazem para mudar isso. Antes de sair por aí pensando na demissão, vários outros fatores podem e devem ser analisados – pois emprego bom de verdade não se acha em qualquer esquina. Todo problema tem uma causa. Pode vir de alguém, de uma situação ou condição. Encontrar o problema é o primeiro passo e é uma tarefa que o profissional deve fazer por meio de uma autorreflexão. Entre as dezenas de razões que podem gerar desmotivação no profissional, as principais são: o clima organizacional inadequado que não garante o bem-estar dos colaboradores, a ineficácia do chefe, sensação de estagnação na carreira, falta de desafios, subutilização de habilidades, salário abaixo da média do mercado, entre muitos outros fatores que influenciam nossa percepção do emprego.Após a identificação do problema, o segundo passo pede que a origem/causa do descontentamento seja apontada. Pode ser a empresa, um colaborador ou o próprio profissional. Caso o profissional descubra que tem culpa no processo, um pouco de boa vontade pode resolver o problema. Mas quando a responsabilidade da situação é de terceiros, há que se ter maior cautela já que a resolução do problema não depende mais exclusivamente do profissional. Vamos focar na resolução daquele problema criado pelo próprio profissional. Se você já sabe o que te incomoda, pergunte a si mesmo: é possível resolver o problema? Analise pontos que estão fora do seu controle e outros que você pode tomar as rédeas e tentar solucionar. Quando não depende do profissional em nenhum nível, e uma conversa franca não irá ajudar, sobram: aceitar ou evitar a situação. Ao escolher aceitar o que nos incomoda devemos nos esforçar para passar uma borracha no que nos incomodou e seguir em frente. Mas se você deseja evitar o que lhe aborrece, talvez seja hora de pedir demissão. Vale lembrar que é muito perigoso se demitir sem verificar a empregabilidade, a capacitação profissional e se o mercado está contratando ou não. É preciso planejar esse momento com cuidado e manter a rede de contatos saudável para poder ativá-la assertivamente no momento em que estiver disponível no mercado. Se você acha que ainda precisa se atualizar para aumentar as chances de recolocação e/ou mudança de emprego, e a empresa onde trabalha não oferece auxílio para sua formação, está esperando o que para investir em sua pós-graduação ou MBA? O maior interessado em sua capacitação profissional é você mesmo. Por último, se o emprego novo não lhe convir como esperava, não se frustre, nem sempre o emprego dos sonhos está esperando na próxima ligação. |



Antes de sair por aí pensando na demissão, vários outros fatores podem e devem ser analisados – pois emprego bom de verdade não se acha em qualquer esquina. Todo problema tem uma causa. Pode vir de alguém, de uma situação ou condição. Encontrar o problema é o primeiro passo e é uma tarefa que o profissional deve fazer por meio de uma autorreflexão. Entre as dezenas de razões que podem gerar desmotivação no profissional, as principais são: o clima organizacional inadequado que não garante o bem-estar dos colaboradores, a ineficácia do chefe, sensação de estagnação na carreira, falta de desafios, subutilização de habilidades, salário abaixo da média do mercado, entre muitos outros fatores que influenciam nossa percepção do emprego.


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