| segunda-feira, 09 de Janeiro de 2012 |
| Insegurança no trabalho |
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Os meios para atingir seus objetivos devem ser avaliados para ter certeza de que você não está puxando o tapete de alguém por pura insegurança Como sempre digo, o mercado de trabalho é muito competitivo e infelizmente abre portas para comportamentos e atitudes nem sempre éticas e corretas. É claro que todos querem ter sucesso na carreira, seja ela qual for, porém os meios para atingir os objetivos devem ser avaliados para ter certeza de que você não está puxando o tapete de alguém por pura insegurança. Todos nós temos algum tipo de insegurança em momentos de nossas vidas, porém, no meio corporativo, é preciso que o líder confie não somente no subordinado, deixando-o andar com as suas próprias pernas, mas principalmente em si mesmo. É mais comum do que se imagina, chefes que ofuscam seus subordinados por medo e falta de confiança no “próprio taco”. Medo de que o subordinado seja melhor que ele, medo da demissão ou pior, da troca da subordinação, ou seja, o chefe se torna funcionário do antigo subordinado. Esse tipo de sentimento faz com que o relacionamento entre funcionário e líder não seja bom como deveria. Isso gera improdutividade por ambas as partes, o que é negativo para todos. Líderes assim não tem tino algum para liderar, o que é uma grande perda para as empresas que, muitas vezes, pagam altíssimos salários para pessoas que nada fazem pela corporação e não fazem jus aos seus currículos enriquecidos com pós-graduações e especializações.Desde que não seja incompetência mascarada pelo subordinado, que, no caso, é quem realmente leva todo o trabalho nas costas e merece os méritos, o líder deve ter confiança em si mesmo. Se para isso ele precisa fazer outros cursos, se aprofundar nos assuntos da empresa ou procurar ajuda terapêutica, que o faça. É fundamental, para liderar o grupo, que o chefe tenha plena noção que o trabalho deve ser desenvolvido em equipe. Deve saber que cada um tem sua função com sua devida importância, mas que todos trabalham por um mesmo objetivo. Esse pensamento gera comportamentos mais seguros em relação a si mesmo e à equipe, afinal, o chefe deve confiar em seu subordinado, pois um dia, provavelmente, quando receber uma promoção, será ele que ocupará seu lugar. Para liderar é preciso deixar para trás o medo de perder a liderança e focar e confiar nos seus colegas e subordinados, afinal é muito difícil realizar um bom trabalho com uma equipe que você desconfia ou ofusca. O melhor a fazer é unir forças, reconhecer o trabalho do subordinado e entender que, quanto mais ele se desenvolver, melhor para você e para a empresa. |



É mais comum do que se imagina, chefes que ofuscam seus subordinados por medo e falta de confiança no “próprio taco”. Medo de que o subordinado seja melhor que ele, medo da demissão ou pior, da troca da subordinação, ou seja, o chefe se torna funcionário do antigo subordinado. Esse tipo de sentimento faz com que o relacionamento entre funcionário e líder não seja bom como deveria. Isso gera improdutividade por ambas as partes, o que é negativo para todos. Líderes assim não tem tino algum para liderar, o que é uma grande perda para as empresas que, muitas vezes, pagam altíssimos salários para pessoas que nada fazem pela corporação e não fazem jus aos seus currículos enriquecidos com pós-graduações e especializações.





Comentários
Essa ignorância, essa falta de confiança sugere uma falta de competência, um despreparo digno de contos de humor. Precisamos urgentemente restaurar as vantagens da real competência e do talento no mercado, chega de "protegidos", de complacência a alguns em detrimento da justiça aos que merecem de fato.
Desmoralizar os profissionais para fortificar e justificar o "poder" do cargo, tentando controlar até os pensamentos das pessoas, é de uma violência torpe e injustificável ( como qualquer violência).