Mais de um século de excelência

Conheça a Souza Cruz, case do livro “100 Marcas do Rio Grande”

Unidade da Souza Cruz

Não é exagero dizer que a história da indústria brasileira de cigarros em muito se confunde com a história da Souza Cruz. Fundada pelo português Albino Souza Cruz em 1903, a companhia abriu suas portas em um sobrado no Centro do Rio de Janeiro trazendo ao Brasil uma inovadora máquina de fabricar cigarros já enrolados em papel. Em tempos de manufatura quase artesanal – com venda de fumo em corda, cortado em pedacinhos e enrolado em palha de milho –, os cigarros Dalila se mostravam únicos no mercado. O sucesso do produto foi rápido e a produção ganhou ainda mais escala com a compra da Imperial Fábrica de Rapé Paulo Cordeiro, localizada na Tijuca, em 1910. Mas o grande impulso veio mesmo em 1914, quando Albino buscou parceiros e transformou a empresa em sociedade anônima, tendo grande parte de seu controle acionário assumida pelo grupo British American Tobacco. Com mão inglesa, a Souza Cruz tornou-se a maior indústria de tabaco da América Latina e líder absoluta no mercado nacional de cigarros. Com matriz no Rio de Janeiro e fábrica em Uberlândia (MG), a Souza Cruz conta com quatro usinas de processamento de tabaco no país. As unidades estão nos municípios de Rio Negro (PR), Blumenau (SC), Patos (PB) e em Santa Cruz do Sul (RS), um dos maiores polos processadores de tabaco do mundo. A companhia anunciou em abril deste ano que aprovou a venda ao Grupo Amcor do seu parque gráfico, localizado em Cachoeirinha (RS). O Grupo Amcor é um dos players globais de embalagens, com reconhecido know-how em embalagens para cigarro.

 

Para que os produtos cheguem com agilidade aos consumidores, a estrutura de logística envolve centrais de distribuição em Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, que contam com o apoio de 32 centrais operacionais em todo país. A estrutura está montada com um único objetivo: colocar à disposição dos consumidores produtos que primam pela qualidade, mantendo o zelo pela transparência nas operações e a ciência de suas responsabilidades com a sociedade e o meio ambiente em toda a cadeia de valor, como, por exemplo, com seus produtores integrados e clientes varejistas.

É com estes valores que a Souza Cruz se faz presente em toda a cadeia produtiva do tabaco, desde a pesquisa e produção de sementes, a produção integrada no campo, o processamento e exportação de tabaco até a fabricação e a distribuição de cigarros. Em 1918, de forma pioneira, iniciou o Sistema Integrado de Produção de Tabaco, que hoje é reconhecido como exemplo e já utilizado em outras culturas no agronegócio e em outros países produtores. Em seguida construiu sua primeira usina de processamento de Tabaco, em Santa Cruz Sul. Já no final dos anos 1960, a Souza Cruz, também de forma pioneira, iniciou as exportações de tabaco do sul do Brasil. Estes fatos históricos foram o passo inicial para que hoje a qualidade do tabaco brasileiro seja reconhecida no mundo inteiro, fazendo do nosso país o líder mundial em exportações da cultura e o segundo maior produtor mundial – com destaque para o Rio Grande do Sul como o maior produtor e exportador de tabaco do Brasil.

 

No total, a empresa atende diretamente a cerca de 300 mil pontos de varejo espalhados por quase 5 mil municípios brasileiros. Além da fabricação de cigarros destinada ao mercado nacional, a companhia produz mais de 120 mil toneladas de tabaco para exportação – comercializados para cerca de 40 países nos cinco continentes. Na produção de tabaco, concentrada principalmente nos três estados do Sul, mais de 30 mil produtores integrados recebem assistência técnica permanente. A Souza Cruz não apenas gera milhares de empregos como também produz riqueza para o país, posicionando-se entre os dez maiores contribuintes do Brasil: a cada ano, as atividades da companhia resultam em um volume médio de R$ 7,6 bilhões em tributos.

 

Compromisso com a transparência

A identidade visual da marca é uma clara referência a sua matéria-prima: três viçosas folhas de tabaco, com a cor dourada representando o sol a brilhar sobre a plantação. Tal como a folha que viceja eternamente à luz solar, a empresa mantém um relacionamento de confiança com os stakeholders, trabalhando para que a excelência de suas operações seja reconhecida por consumidores, investidores, comerciantes, fornecedores, colaboradores, governos e reguladores.

Os valores estratégicos que ajudam a definir o negócio abrangem conceitos como espírito empreendedor, indicando a confiança para buscar o crescimento e novas oportunidades, além de ousadia e superação de desafios. A atuação com a mente aberta possibilita antecipar as demandas dos consumidores, oferecendo inovação e produtos de alta qualidade. Para além dos primeiros cigarros Dalila, a Souza Cruz procurou manter sempre presente sua vocação para o pioneirismo. Foi assim com o lançamento do papel aluminizado nas embalagens, com o Odalisca em 1920; primeiro cigarro com filtro, com o Minister, lançado em 1960; com o inovador cigarro de baixos teores, o Advance, de 1979; e com a tecnologia do filtro de carvão ativado, com o Kent, em 2002. Estes são apenas alguns entre os muitos exemplos.

 

Com a missão de ser líder na satisfação dos consumidores de produtos de tabaco de forma responsável e inovadora, a Souza Cruz assegura a sustentabilidade do negócio através da proximidade com as pessoas. À medida que valoriza o desenvolvimento sustentável de todas as etapas da cadeia produtiva, a companhia faz questão de se relacionar, direta ou indiretamente, com todos os seus públicos, levando informação com transparência e ampliando o entendimento sobre o negócio e suas ações a partir de veículos diversos. No âmbito interno, por exemplo, oferece a seus colaboradores a revista No Ar. No campo, junto aos produtores de tabaco, disponibiliza a revista

O Produtor Integrado de Tabaco e um portal de internet com informações exclusivas para seus parceiros integrados .  Já a revista Diálogo reflete o relacionamento da empresa com o governo e a sociedade, ao passo que a Mais Varejo apresenta dicas e troca experiências com os milhares de varejistas.

 

Responsável em toda parte

As ações de responsabilidade social e ambiental sempre foram uma prioridade da Souza Cruz na condução do seu negócio. Desde a década de 1970, por exemplo, a empresa incentiva os milhares de produtores integrados à empresa a proceder com o reflorestamento e diversificar sua produção, plantando também culturas como milho, feijão e hortaliças. A preocupação com as pessoas perpassa a cadeia produtiva e vai até o consumidor final, revelando a responsabilidade daqueles que fabricam e comercializam cigarros para um público adulto que, consciente dos riscos associados ao produto, decide fumar. Nesse sentido, o principal objetivo da comunicação é orientar aqueles que já tomaram a decisão de fumar na escolha pela marca que mais atende às suas expectativas. Entre elas, cabe destacar Derby, Hollywood, Free, Dunhill e Lucky Strike – cinco das dez marcas de cigarros mais vendidas no Brasil. Aliás, as políticas de produto, distribuição, preço e promoção se baseiam em estudos realizados regularmente junto aos consumidores finais e varejistas. Com isso, é possível identificar com precisão as expectativas dos consumidores para atendê-las da melhor forma possível. Ao mesmo tempo, a Souza Cruz assume o compromisso de não incentivar os não fumantes a consumir os seus produtos e, em especial, conscientizar o comércio varejista sobre a importância de impedir que menores de 18 anos tenham acesso aos produtos derivados do tabaco.

 

Em paralelo, a marca se destaca por sua forte atuação no campo socioambiental, primando pela utilização de madeira reflorestada pelos produtores integrados na cura do tabaco – prática que preserva as matas nativas. Além disso, a cultura do tabaco tem um dos menores índices de uso de agrotóxicos em todo o Brasil. O cuidado com o meio ambiente anda lado a lado com a preocupação de valorizar as pessoas: a companhia faz questão de reconhecer os talentos de seus colaboradores, considerados seu ativo mais importante. Outra diretriz é manter um diálogo permanente com a sociedade e apoiar uma regulação equilibrada para o setor. Todas essas ações contribuem para consolidar um negócio que continua transparente e lícito, com uma visão de futuro, inovação e sustentabilidade, desde a fundação da empresa por Albino Sousa Cruz, no distante ano de 1903.


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