Marcopolo fatura R$ 2 bilhões no primeiro semestre

Vendas no Brasil cresceram 52,5% no período

Da Redação

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Marcopolo fatura R$ 2 bilhões no primeiro semestre

Com receita líquida consolidada de R$ 2 bilhões, a Marcopolo cresceu 9,9% no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período de 2018 (R$ 1,8 bilhão). Os destaques da empresa, que celebra nesta terça-feira (6) 70 anos do início das atividades na fabricação de carrocerias de ônibus, foram a elevação das vendas no mercado interno, que cresceram 52,5%, e os resultados obtidos com os programas visando ainda maior produtividade, qualidade, satisfação total dos clientes e redução de custos de materiais, que proporcionaram a elevação da eficiência operacional e do lucro líquido, que atingiu R$ 117,9 milhões, mais que o dobro que o mesmo período de 2018. 

A produção mundial da Marcopolo cresceu 13,2%, atingindo 7.837 unidades fabricadas contra 6.922 no mesmo período do ano anterior. As atividades nas unidades brasileiras também avançaram e passaram de 6.076 unidades para 6.875 unidades, também com incremento de 13,2%. Os segmentos que mais cresceram foram os de micro-ônibus (57,2%) e dos veículos Volare (35,5%). A produção da Marcopolo destinada ao mercado brasileiro avançou neste primeiro semestre 30,5% sobre os volumes fabricados no mesmo período que 2018, que já havia apresentado um crescimento bastante expressivo sobre 2017. Apesar do crescimento ainda tímido da economia brasileira, a volta gradual da demanda por ônibus representa um desdobramento do represamento da renovação de frotas ocorrido entre 2015 a 2017.

Nas exportações, o segmento de rodoviários apresentou o melhor desempenho. Mesmo com queda de vendas para a Argentina, o segmento mostrou crescimento de 25,5% em volumes no semestre. As vendas de urbanos para o mercado externo apresentaram retração trimestral especialmente em função da forte base estabelecida no primeiro semestre de 2018, quando as vendas para o continente africano foram destaque. A expectativa é de uma recuperação das exportações a partir do fim do terceiro trimestre deste ano, com o segmento de rodoviários mostrando ainda melhores resultados. No mix de vendas do segundo trimestre deste ano, a queda das exportações acabou prejudicando margens.


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