Copel vende 13% mais energia no primeiro trimestre

Estatal paranaense investirá R$ 2 bilhões neste ano

Da Redação

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Copel vende 13% mais energia no primeiro trimestre

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) fechou o balanço do primeiro trimestre de 2019 com variações positivas nos principais indicadores de venda por suas empresas subsidiárias. O total de energia vendida teve um crescimento de 13%, composto pelos resultados da Copel Distribuição, da Copel Geração e Transmissão, dos Complexos Eólicos e da Copel Comercialização em todos os mercados. No total, foram comercializados 12.183 GWh. O resultado observado é reflexo, principalmente, da melhora da produção industrial de seu principal mercado, o Paraná – crescimento de 9,8% e 10,8% em janeiro e fevereiro, respectivamente, na comparação com os mesmos meses de 2018. O presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero, vê nesses resultados a indicação de aquecimento da economia paranaense. “O Paraná abriu mais de 12 mil empresas nos primeiros meses do ano, e a Copel está atenta a esse fenômeno. Prova disso é que nosso investimento chegará perto de R$ 2 bilhões este ano, para fazer frente à modernização e expansão do sistema”, afirmou.

A Copel registrou aumento na quantidade de energia entregue tanto ao mercado cativo quanto a clientes do mercado livre. Os destaques ficam para o crescimento de 46,8% na energia vendida pela comercializadora Copel Energia e de 22,7% pelos parques eólicos da companhia. Os setores que mais contribuíram para o aumento do consumo de energia no Paraná foram os de fabricação de produtos alimentícios, químicos e de bebidas. O bom desempenho do varejo no período também teve reflexos no resultado da classe comercial, com aumento da ordem de 6,9% no consumo de energia no mercado cativo e de 71% na fatia livre.

No mercado livre, a Copel Energia aumentou sua carteira para 289 contratos com grandes clientes, que garantem continuidade ao ritmo acelerado de crescimento registrado em 2018, quando a empresa saltou do 39º lugar para firmar-se como a 25ª empresa do Brasil, no segmento. O mercado cativo acompanhou a tendência de alta no consumo de energia, na comparação com o primeiro trimestre de 2018. A classe residencial teve aumento de 8,1% no consumo, puxando a média de consumo residencial mensal de 166 kWh para 177 kWh (quilowatts-hora).


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