Ok, big data é essencial. Mas interpretar é preciso

Ricardo Cappra defende a inteligência no tratamento dos dados

Por Karine Menoncin

karine.menoncin@amanha.com.br

Para Ricardo Cappra, interpretar é preciso

Mesmo em um cenário onde há gigas e mais gigas de dados disponíveis para as empresas, mais do que nunca a máxima “menos é mais” é quem dita a regra. Para Ricardo Cappra (foto), líder de pesquisa do Instituto Cappra, é necessário filtrar esses dados e transformar a big data em um volume menor, mais qualificado e até tornar essas informações mais visuais. “Talvez a gente esteja cavoucando uma resposta entre os dados, mas a pergunta a ser respondida não é essa aí. Precisamos de profissionais que façam a tradução desses dados”, sintetiza. Em entrevista ao canal AMANHÃ TV, Cappra discute sobre a utilização de dados no ambiente corporativo e o que muda para as empresas a partir da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados. 

Clique aqui para ver a entrevista de Ricardo Cappra

Edição: Allan Pochmann


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