Celesc anuncia orçamento de R$ 1 bilhão para este ano

Recursos serão utilizados para geração e distribuição de energia

Da Redação

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Cleicio Martins, presidente da Celesc, anuncia investimentos para 2019

O presidente da Celesc, Cleicio Martins (foto), apresentou o orçamento da companhia para 2019: mais de R$ 1 bilhão. Os recursos serão utilizados para investimentos em geração e distribuição de energia e para o custeio das atividades operacionais e de apoio, além de P&D e eficiência energética. “Estamos destinando recursos para investimentos estratégicos que visam atender ao crescimento do mercado na nossa área de concessão (por meio da construção e a ampliação de subestações, por exemplo) e necessidades específicas do meio rural (com a substituição de redes monofásicas por redes trifásicas e a instalação de cabos protegidos), pleito antigo que beneficia diretamente o agronegócio, responsável por cerca de 30% do PIB catarinense”, detalhou Martins.

Mais da metade dos recursos anunciados será aplicado para ampliação, operação e manutenção do sistema elétrico, para onde serão destinados R$ 595 milhões, sendo R$ 167 milhões no sistema de alta tensão e R$ 234 milhões no sistema de média e baixa tensão. Os investimentos no sistema de distribuição incluem, também, a construção de sete novas subestação e ampliação de 13 subestações existentes, além da transformação de 618,5 quilômetros de rede monofásica para rede trifásica. Parte dos recursos será destinada à ampliação do parque gerador da companhia, em iniciativas como a ampliação em mais 7,2 MW a capacidade instalada da Usina Celso Ramos, em Faxinal dos Guedes, totalizando 12,6 MW de potência, assim como a revitalização da Usina Maruim, patrimônio histórico catarinense localizado em São José. 

Além disso, R$ 314 milhões serão aplicados na compra de materiais e na contratação de serviços, R$ 127 milhões na área de Pesquisa & Desenvolvimento e eficiência energética. O capital também prevê atender um antigo pleito do interior catarinense: a instalação de cabos protegidos e a transformação da atual rede monofásica para rede trifásica de energia. “Estão planejado investimentos de cerca de R$ 50 milhões nesta alteração que irá garantir mais segurança ao produtor rural, contribuindo com toda a produção agrícola, agrária e industrial do nosso estado”, afirma Martins.


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