Copel: compromisso com a comunidade

Empresa marcou sua história pela excelência técnica

Da Redação

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Sede da Copel, em Curitiba

O case a seguir faz parte do livro “Paraná – Grandes Marcas”, publicado pelo Instituto AMANHÃ.


Ao ser responsável pela eletricidade que abastece milhões de consumidores, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) tem como um de seus princípios norteadores a estreita relação com as comunidades em suas áreas de atuação e a excelência na prestação de serviço. O investimento que a empresa realizou desde 2011 para a melhoria do sistema elétrico do Paraná e também do Brasil e os projetos inovadores que vem desenvolvendo demonstram a preocupação da companhia com seus clientes e com o fornecimento sustentável de energia. 

De 2011 a 2018, a Copel vem investindo mais de R$ 18 bilhões na melhoria dos serviços de energia – um recorde na companhia. Os recursos são aplicados em novas subestações, linhas de distribuição e de transmissão de energia, telecomunicações, usinas e parques eólicos. Foram mais de 100 mil obras desde 2011, que garantem mais qualidade no fornecimento de energia e o reconhecimento dos paranaenses.

Fundada em outubro de 1954, com o objetivo de incorporar e interligar as “ilhas energéticas” isoladas no vasto estado, a Companhia Paranaense de Energia iniciou sua expansão assumindo a responsabilidade pela distribuição de energia do município de Maringá – então com 15 mil habitantes e 1,7 mil consumidores. Depois, viriam Apucarana, Campo Mourão, Mandaguaçu, Pirapó – até, finalmente, todo o Paraná. Com uma média de mais de 100 mil novas ligações a cada ano, a Copel atende praticamente à totalidade dos domicílios nas áreas urbanas e a mais de 99% nas regiões rurais do Paraná.

Responsável por um sistema elétrico com parque de geração própria, linhas de transmissão, subestações, linhas e redes elétricas do sistema de distribuição e por um moderno e poderoso sistema óptico de telecomunicações, a Copel é responsável pela integração de todas as cidades do Paraná, embora sua atuação nas áreas de transmissão e geração já alcance dez estados do país.

Conhecimento e inovação
A ligação entre uma empresa inovadora e a academia também é algo natural. Entre 2018 e 2020, novos projetos de geração de energia renovável e de substituição de equipamentos para tornar mais eficiente o uso da energia elétrica serão executados em cinco polos universitários, aprovados em chamada pública aberta pelos programas de Eficiência Energética e Pesquisa e Desenvolvimento da Copel, sob regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

Pela primeira vez, a chamada vinculou projetos de eficiência a propostas de pesquisa nas instituições de ensino superior. No Paraná, os trabalhos estão sendo desenvolvidos pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Curitiba e em Pato Branco, totalizando um investimento de R$ 52 milhões.

Na linha do empreendedorismo, a estatal de energia oferece o programa de aceleração Copel+, que busca projetos que agreguem valor para a empresa – em troca, as startups vão receber contrapartida financeira, profissionais para mentoria e infraestrutura. A segunda fase desse mesmo programa contará com a parceria da PUCPR e do Sistema Fiep no desenvolvimento de produtos e serviços a partir de ideias incipientes e também na criação de uma metodologia de educação empreendedora nas universidades. 

Os projetos que estão nascendo do Copel+ serão implantados pela empresa, e as startups poderão depois levá-los para o mercado. Entre as soluções desenvolvidas há desde chat de atendimento automático aos clientes, inclusive em redes sociais, até medição de consumo de energia por radiofrequência, permitindo comunicação em longas distâncias com consumo mínimo de energia.

E as inovações não param: em abril de 2018, a Copel assinou com a Itaipu Binacional um protocolo de intenções para desenvolver projetos nas áreas de geração distribuída e mobilidade elétrica. O objetivo é elaborar um plano de trabalho que contemple o aprimoramento da produção de energia na modalidade de microgrids, nome dado para pequenas redes que garantem a produção da própria energia em propriedades rurais. O conceito promete ser o futuro do sistema elétrico. As microgrids consistem, basicamente, em uma espécie de “ilha de energia”, na qual a geração, o armazenamento e o consumo podem funcionar conectados ou não à rede de distribuição. A partir do convênio firmado, as duas empresas de energia já devem implantar um projeto-piloto em São Miguel do Iguaçu, no oeste do estado. Ele será baseado na geração de energia a partir de biodigestores de dejetos de suínos, e a expectativa é que o sistema comece a operar ainda no segundo semestre deste ano.

No Paraná, o projeto significa não apenas inovação do setor elétrico, mas também uma proposta que trará mais resiliência para a rede da Copel, contribuindo, também, com o programa Mais Clic Rural – que resultou em investimentos robustos na rede elétrica das áreas rurais, com recursos de monitoramento que permitem intervenção remota ou deslocamento de equipes com muito mais rapidez a regiões onde há queda de energia. Com o Mais Clic Rural, a Copel está construindo 3 mil km de novas redes, cerca de 30 subestações, e instalando 3,5 mil religadores automatizados. O programa beneficia 70 mil produtores rurais paranaenses e, indiretamente, cerca de 2,4 milhões de consumidores rurais e urbanos.

Além de reforçar as redes de distribuição no campo e nas cidades, a Copel vem investindo em geração e transmissão, com a recente construção das usinas hidrelétricas Mauá, Cavernoso 2 e Colíder, além das obras das novas usinas Baixo Iguaçu e Figueira e de 28 parques eólicos. São ainda mais 1,7 mil km de novas linhas de transmissão. E em telecomunicações, a Copel Telecom é dona da internet em banda larga fixa mais rápida do país – e também do melhor serviço, de acordo com pesquisa feita com os usuários pela Anatel.

Sustentabilidade e reconhecimento
Em setembro de 2017, a Copel foi escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para, em parceria com o ParanaCidade, coordenar o escritório do Programa Cidades do Pacto Global na Região Sul do Brasil. A proposta é estabelecer parcerias multissetoriais envolvendo governo, empresas, sociedade civil e universidades para desenvolver projetos inovadores e buscar soluções para os desafios urbanos. 

Todos os projetos devem contemplar dimensões sociais, econômicas, ambientais, político-institucionais e culturais. A iniciativa já possui escritórios de atuação continental em Melbourne, na Austrália, Nova York e São Paulo. O escritório do Paraná é o primeiro com a tarefa de coordenação regional. A escolha do Brasil para sediar o primeiro escritório regional deve-se à grande concentração de municípios e entidades signatários do Programa Cidades no país. Nada menos que um quarto das cidades do programa estão no Brasil.

No que tange à credibilidade, a instituição de uma diretoria de Governança, Risco e Compliance, no final de 2016, já traz resultados palpáveis. Recentemente, a Copel foi considerada a empresa pública mais transparente do Brasil. O estudo foi realizado pela associação Transparência Internacional (TRAC Brasil), que mediu o nível de transparência nas atividades das 100 maiores empresas e dos dez maiores bancos brasileiros, destacando a estatal paranaense como a mais bem colocada entre as empresas públicas avaliadas. No ranking geral, a Copel aparece em oitavo lugar, com um índice de 96% na avaliação de divulgação do seu programa anticorrupção e de 75% no quesito transparência organizacional. 

Já em novembro de 2017, a companhia foi condecorada com o prêmio de melhor distribuidora de energia da América Latina e Caribe – Prêmio Cier – na cidade de Medellin, na Colômbia. A distinção é concedida com base em uma pesquisa realizada com os clientes das distribuidoras de energia. É a quinta vez nos últimos sete anos que a Copel garante esse título. A empresa foi também, por seis vezes, a mais bem avaliada pelos seus clientes no Prêmio Abradee, o mais importante do setor elétrico no Brasil. Sempre mirando o futuro para garantir um insumo vital às pessoas, a Copel segue construindo uma história baseada no compromisso com a sociedade. Energia para inovar, certamente, não faltará.


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