BRDE supera barreiras ao crescimento captando recursos no exterior

Orlando Pessuti diz que diversificação de fontes permitirá resultados ainda melhores que em 2018

Por Eugênio Esber

eugenioesber@amanha.com.br

Orlando Pessuti diz que diversificação de fontes permitirá resultados ainda melhores que em 2018

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) superou, em 2018, os resultados do ano anterior. A soma de contratos de financiamento celebrados nos três Estados do Sul até 28 de dezembro chegou a R$ 2,3 bilhões, cifra que supera em R$ 200 milhões o valor total das operações registradas em 2017.  A performance exigiu um grande esforço da instituição. “Chegamos a esses resultados, atingindo a meta para 2018, mesmo com o cenário econômico ainda desfavorável, as limitações de investimentos nos municípios estabelecidas pela legislação eleitoral, a redução nos repasses do BNDES e as alterações nas taxas de juros, com a substituição da TJLP pela TLP”, exulta o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti (foto).

Com o reforço de medidas de redução de custos, como o programa de demissão voluntária, associadas ao controle dos níveis de inadimplência, o patrimônio líquido do BRDE teve um aumento de 6,8%, o que permitirá a alavancagem de mais financiamentos nos próximos anos. Mas o que realmente pode turbinar as operações do BRDE é a aposta na diversificação de fontes de cursos, que atingiu resultado recorde em 2018. 

Confira, no áudio a seguir, a entrevista exclusiva de Pesutti ao Portal AMANHÃ.  Nela, Pesutti descreve a estratégia do banco para e buscar novas fontes de recursos no exterior para compensar a redução de repasses do BNDES e os tipos de projetos empresariais terão acesso prioritário aos recursos que o BRDE está captando lá fora. 



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