Tire as metas do papel

Para o ano novo, não existe simpatia tão eficaz quanto o planejamento

Por Bernt Entschev

Para o ano novo, não existe simpatia tão eficaz quanto o planejamento

Adentramos na reta final de 2018. Costumo dizer que esse é o melhor período para realizar o nosso balanço pessoal e profissional. É tempo também de planejar o que vem pela frente. Esse exercício é bastante saudável, uma vez que aquilo que é combinado – mesmo que seja de você para você –, não sai caro. 

Divida seu planejamento em três partes: a primeira é aquilo que é possível realizar a curto prazo, num período de um ano. Ou seja, cursos, metas financeiras, saúde, família e outras demandas. A segunda é a médio prazo, um período de três a cinco anos. A compra ou troca de um imóvel, a realização de uma pós-graduação, mestrado ou doutorado, a realização de um curso de línguas, etc. E o terceiro é a longo prazo, ou seja, para daqui 20, 30 anos, quando você quase tiver se aposentando. 

Prefira enxugar o seu planejamento. Quando existem menos objetivos, há mais eficácia nos resultados. Habitue-se também a cada mês realizar um acompanhamento daquilo que está se propondo a fazer. Essa análise dá a possibilidade de se corrigir percursos, caso as coisas não estejam acontecendo dentro daquilo que for planejado. Por último, deixe esse documento em lugar visível, seja no seu smartphone, seu computador ou impresso. É importante que ele tenha contigo um contato visual, para que você não esqueça que ele existe. 


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