Moreira faz balanço positivo da gestão em Santa Catarina

Governador destacou a recuperação da economia catarinense

Da Redação

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Governador Eduardo Moreira faz balanço positivo dos 10 meses de gestão em Santa Catarina

Entregar um Estado em melhores condições ao seu sucessor do que aquele que encontrou, em 16 de fevereiro, quando assumiu o governo. Esse foi o objetivo do governador Eduardo Pinho Moreira (foto) ao longo de seus pouco mais de 10 meses de mandato, que se encerra no dia 31 de dezembro. Nesta quarta-feira, 12 dias antes de deixar o poder, Moreira recebeu jornalistas em seu gabinete para apresentar um balanço de sua gestão e dizer que deixa o cargo com a sensação de dever cumprido. Além de conseguir reduzir os índices de criminalidade e aprofundar o processo de regionalização na Saúde, Moreira irá entregar o Estado ao governador eleito Carlos Moisés com um déficit inferior a R$ 600 milhões — enquanto o projetado no início do ano era de R$ 2 bilhões. Moreira também desejou sucesso ao próximo governador e disse que estará na torcida pela nova administração a partir de 1º de janeiro.

“Aquilo que propus como prioridades, já que não há recursos para tudo, eu consegui, que era a redução da criminalidade e (aprofundar) a regionalização da Saúde, levando a resolver os problemas próximo das residências das pessoas. Foram duas ações às quais nos dedicamos. E entrego o Estado muito melhor, do ponto de estrutura físico-administrativa. Tivemos grandes conquistas e reduzimos o déficit anunciado no início do ano. É uma economia, por gestão, de mais de R$ 1,4 bilhão. Muito significativo”, destacou Moreira.

O governador ainda relembrou a desativação de 15 Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) e quatro secretarias centrais — seu primeiro ato de governo, que gerou economia de aproximadamente R$ 30 milhões — e afirmou que houve uma recuperação da economia catarinense, com um crescimento da arrecadação de 7,8% no acumulado de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. O cenário mais favorável permitiu ao Estado voltar ao limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de gastos com folha de pagamento, passando de 49,73% para os atuais 48,8%. 


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