Plano de inovação pretende duplicar taxa de crescimento do PIB gaúcho

Diretrizes estratégicas foram lançadas pelo Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia

Por Karine Menoncin

karine.menoncin@amanha.com.br

José Ivo Sartori e Susana Kakuta lançam programa de inovação para o RS

Dobrar a taxa de crescimento do PIB do Rio Grande do Sul entre 2018 e 2028. Este é o objetivo estratégico do plano de Diretrizes Estratégicas de Inovação lançado na tarde desta quinta-feira (13) por José Ivo Sartori, governador do estado, e Susana Kakuta, secretária do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT). Nomeado “RS, um estado de inovação”, o estudo identifica tecnologias estratégicas para o futuro de competitividade do setor produtivo gaúcho e propõe ações de incentivo para o fortalecimento de um ecossistema inovador. 

O plano avança na consolidação de um conjunto de diretrizes e ações estratégicas capazes de gerar desenvolvimento econômico e social de alto impacto no Rio Grande do Sul. O levantamento apresenta pela primeira vez, de forma consolidada, o Sistema Gaúcho de Inovação (SGI), a rede composta por instituições científicas e tecnológicas, centros privados de P&D, agentes-ponte para interação e promoção da inovação nas empresas, organizações de financiamento e fomento à inovação, entidades de representação empresarial, empresas e outras iniciativas de atividade econômica que integram o estado. 

“Não partimos de uma terra arrasada. Pelo contrário, o Rio Grande do Sul está entre os 10 estados mais inovadores do país e é o quinto no ranking de competitividade brasileiro. Temos tudo para fazer acontecer, mas precisamos ativar essa rede”, sintetiza Susana. Para Sartori, o estudo mostra o caminho para a modernização da economia. “O Estado precisa ser parceiro de quem produz, de quem empreende. Quem produz riquezas é o empresário, o empreendedor, o trabalhador, o pai e a mãe de família. Ao Estado cabe o papel de criar um ambiente favorável para que os negócios prosperem. Por isso arrumamos a casa. Vamos deixar a modernização da gestão como nosso legado administrativo para o Rio Grande voltar a crescer”, definiu o governador.

Norteados pelo questionamento “para os próximos dez anos, qual tecnologia será decisiva para que o seu negócio continue existindo?”, empresários e especialistas analisaram e elencaram as tecnologias determinantes para a economia gaúcha: manufatura avançada; inteligência artificial; computação em nuvem; software e hardware; Internet das Coisas; materiais avançados; eletrônica e ótica avançada; biotecnologia; sistemas de geração, armazenamento e recuperação de energia; dispositivos web e comunicação móvel. 

Para a secretária, além de identificar as tecnologias estratégicas, esse estudo também é uma importante base para orientar financiamentos, linhas de pesquisa e modernizações para as empresas. As diretrizes estratégicas são compostas por seis tópicos condutores – educação; ambiente favorável à inovação; governança compartilhada; potencialização dos recursos e competências; e mobilização social – que são ações estratégicas de longo prazo, articuladas e objetivas. Durante o lançamento, também foi anunciada a criação de um fundo de R$ 4 milhões para alavancar a inovação. Um dos projetos financiados será o Centelha, voltado à criação de empreendimentos inovadores. 


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