AMANHÃ é finalista do Prêmio CNI de Jornalismo

Publicação concorre com duas reportagens na categoria Regional Sul

Da Redação

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AMANHÃ é finalista do Prêmio CNI de Jornalismo

A Revista AMANHÃ está entre o seleto grupo de finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2015 na categoria Destaque Regional Sul. Indicada com as reportagens “O que está por trás do sucesso” e “A vida depois da crise”, o veículo concorre com o jornal catarinense A Notícia, do Grupo RBS. Foram selecionados três trabalhos para cada uma das 12 categorias, que serão avaliados pela comissão julgadora. Os vencedores serão divulgados no dia 30 de julho no evento de premiação que acontece em Brasília.

A matéria “O que está por trás do sucesso”, assinada pelos jornalistas Ricardo Lacerda e Robson Pandolfi, apresenta as receitas e os segredos de empresas que despontaram no rol das 100 melhores emergentes do sul do país em 2013, de acordo com levantamento de AMANHÃ e PwC (na foto, a capa da esquerda). A reportagem, publicada em outubro do ano passado, apresenta dados completos do ranking das companhias que buscam um lugar entre as 500 maiores do Sul. A partir de entrevistas com líderes da Xalingo, BR Fértil e Wanke, as 14 páginas de conteúdo abordam elementos importantes para o processo de ascensão, como o planejamento estratégico, a profissionalização da gestão, as reviravoltas do mercado e a arte de se reinventar.

Publicada em novembro do mesmo ano, a reportagem “A vida depois da crise”, dos jornalistas Emanuel Neves, Ricardo Lacerda e Andreas Müller, resgata histórias de companhias que sobreviveram à crise financeira, apresentando lições para enfrentar os tempos difíceis (na foto, a capa da direita). A matéria conta a trajetória e os ensinamentos de grandes empresas que quase quebraram, mas encontraram formas de se reerguer, como o Grupo Randon – um dos maiores do mundo em implementos rodoviários –, Agrimec e Ulbra.

Para o presidente do Grupo AMANHÃ, Jorge Polydoro, a indicação é um reconhecimento do jornalismo qualificado exercido pela revista que completa 30 anos em 2015. “Essa indicação reforça o compromisso de AMANHÃ com a discussão de temas importantes como os tratados pelas duas reportagens”, celebrou.

Os finalistas do Prêmio CNI foram escolhidos com base nos critérios de adequação ao regulamento, ineditismo, relevância, criatividade, qualidade editorial (argumento, abordagem, desenvolvimento e texto), edição (equilíbrio entre texto e ilustrações), além de qualidade de áudio, vídeo e locução para TV e rádio.

Revista AMANHÃ
Criado em 1986, o braço jornalístico do Grupo AMANHÃ conta com mais de 200 mil leitores em todo o Brasil. A publicação é um canal de relacionamento com um público altamente qualificado, tendo foco no conteúdo de negócios, indústria, inovação e desenvolvimento econômico. Sua circulação de 43 mil exemplares alcança todo o Brasil, com forte presença entre as principais empresas do país, principalmente no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Prêmio
O Prêmio CNI de Jornalismo é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria que busca reconhecer o papel da imprensa e seu compromisso com a agenda do desenvolvimento do País. Na edição de 2015, concorrem trabalhos jornalísticos de TV, jornais, revistas, rádios, sites e blogs. Os temas têm relação direta com o setor industrial e a agenda definida no Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022, concebido a partir dos debates e contribuições de 520 profissionais, entre empresários, executivos, acadêmicos e presidentes de associações nacionais setoriais e federações de indústrias.

Os vencedores serão escolhidos por uma comissão julgadora formada por quatro jornalistas, dois empresários da indústria e um acadêmico. São eles: Marcelo Canellas (repórter especial da TV Globo), José Paulo Kupfer (colunista do jornal O Estado de São Paulo), Bruno Thys (diretor geral do Sistema Globo de Rádio), Suzana Singer (editora de treinamento e qualidade  da Folha de S. Paulo); os empresários Humberto Barbato (presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e Rafael Cervone (presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção); o acadêmico Wladimir Gramacho (professor da Universidade de Brasília - UnB).



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