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Utilize servidores em nuvem e lucre com isso

Por Telium

Utilize servidores em nuvem e lucre com seu e-commerce

Lojas on-line, assim como as físicas, têm picos de vendas em diferentes datas durante o ano. Por isso, o e-commerce deve se preparar para não perder clientes. Para evitar problemas como esse, é importante dimensionar servidores da empresa adequadamente e que a arquitetura do site preveja maior escala. Mas a computação em nuvem facilitou tudo isso — graças ao fato de ser uma tecnologia flexível. Acompanhe, a seguir,10 passos para melhor aproveitar os servidores em nuvem para esse uso específico. 

1. Verifique a infraestrutura
Antes de definir as características envolvendo a dimensão do servidor, é fundamental coletar informações do ambiente. O primeiro passo é documentar os servidores, storages e serviços utilizados. Em geral, vale a pena migrar para a nuvem em vez de investir em servidores e data centers físicos. Um bom exemplo são os servidores do sistema de nome de domínio (Domain Name System – DNS): embora sejam serviços bastante simples, são críticos para a companhia. Na nuvem, eles já vêm com disponibilidade, confiabilidade e segurança.

2. Execute um teste de carga
Uma das principais práticas para avaliar a capacidade do site de receber um alto volume de acessos se chama teste de carga. É ele que indica se a loja consegue receber, em apenas 24 horas (como é o caso da Black Friday), um volume de acesso que pode ser até 15 vezes maior que o normal, segundo estimativas do Google. Ou seja, se, por algum motivo, o site ficar indisponível no dia da promoção, é importante que exista uma versão reserva para assumir a operação automaticamente, de forma que o consumidor não perceba. 

3. Avalie o sistema operacional
Especialmente se a empresa for migrar os servidores para a nuvem, é essencial aferir os sistemas operacionais em uso. Como existem limitações com determinadas versões, vale a pena avaliar se é necessário fazer uma atualização.

4. Mantenha o uso real de recursos
O princípio da computação em nuvem é que a empresa paga apenas pelo que consome. E mais: usa apenas o que precisa. Assim, se um servidor tem 16 núcleos de processamento, mas seu uso atinge, em média, 20% dessa capacidade, significa que a organização não precisa desse número, mas de, no máximo, quatro. Se fizer a transposição, vai pagar por uma máquina de quatro núcleos — que atende perfeitamente à sua necessidade. E é aí que está a grande vantagem de manter uma loja virtual na nuvem: nos momentos normais, o custo é bem menor do que nos momentos de grande volume de acessos. 

5. Considere as horas de uso
Quando se opta pela computação em nuvem, os recursos não precisam ficar ligados o tempo todo — afinal, paga-se pelo consumo e, se não há ninguém usando o sistema, não há porque pagar por ele. Alguns setores da companhia são usados apenas em horário comercial e não precisam ter recursos à disposição o tempo todo. Além disso, a escalabilidade pode atender às oscilações de demanda no decorrer do dia. Uma loja on-line que precisa de vinte servidores durante o dia, talvez tenha uma demanda noturna menor e possa passar com menos recursos. No caso das datas comemorativas ou períodos sazonais, o raciocínio é o mesmo.

6. Analise a previsão de crescimento
Com base em dados já consolidados (tanto das mesmas datas em anos anteriores quanto do dia a dia da operação), é possível fazer estimativas da previsão de crescimento. Com essas informações em mãos, fica mais fácil projetar a capacidade necessária para o volume esperado.

7. Não abra mão da segurança
Outra preocupação deve ser a segurança do sistema para evitar ataques. O enorme volume de transações atrai hackers dispostos a cometer crimes virtuais que podem sobrecarregar ou mesmo derrubar a loja — e, assim, trazer prejuízos significativos. Uma das investidas mais conhecidas e populares nessas situações é o ataque distribuído de negação de serviço (Distributed Denial of Service – DDoS). É essencial, portanto, usar ferramentas que analisam o fluxo em tempo real, descartam o tráfego malicioso e entregam apenas o legítimo. Além disso, a loja deve estar preparada para o caso de haver problemas. Mesmo que a meta seja evitá-los, é preciso saber qual será o plano de ação caso isso não seja possível. A arquitetura do sistema deve prever diferentes tipos de comportamentos que podem acontecer nessas datas específicas.

8. Confira a usabilidade
Além das características técnicas do equipamento necessário para que a operação flua da melhor forma possível, é importante que a usabilidade ofereça a melhor experiência para o cliente. Assim, os produtos devem ter descritivos completos e as informações relacionadas à compra devem estar bastante claras.  Dessa forma, o tempo que o consumidor fica em cada página é diminuído e, consequentemente, as vendas são mais ágeis. Além disso, o sistema deve ser desenhado para informar o consumidor sobre cada etapa do processo: do momento da compra à efetivação da entrega.

9. Ofereça suporte
Em datas comemorativas, é importante oferecer suporte eficiente à clientela. Assim, a equipe deve evitar que possíveis problemas aconteçam e atrapalhem o processo de vendas. Sem isso, pode haver perda de receita e, como consequência, um impacto negativo para a marca.

10. Assegure a privacidade e a transparência
É fundamental que os dados dos clientes estejam em segurança e que sua privacidade seja preservada. Além disso, é preciso ter um planejamento que contemple o tratamento das informações coletadas nessas datas de grande movimento, bem como seu uso para melhorar as estratégias do negócio ao longo do ano. 


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