Engie terá centro global de pesquisa em Santa Catarina

Sattamini prevê que laboratório exportará tecnologias

Da Redação

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Sattamini prevê que laboratório da Engie em Florianópolis exportará tecnologias

A Engie Brasil assinou com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o governo catarinense e a prefeitura de Florianópolis um memorando de entendimento para a instalação do Engie Lab, centro global de pesquisas e inovação da companhia. Com sede em Florianópolis, o laboratório vai se dedicar a projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas de energias eólica e solar, cidades inteligentes, biogás e hidrogênio. Atualmente a companhia investe cerca de R$ 15 milhões anuais em inovação no Brasil. As instalações do laboratório estarão concluídas até o final deste ano. 

“A maioria dos projetos será executada em parceria, com entidades de pesquisa, empresas e startups”, detalhou Maurício Bähr, diretor-presidente da Engie Brasil. Ele informou que os recursos aportados vão privilegiar projetos que contribuam com novos negócios da companhia ou aprimorem soluções já oferecidas pelo grupo no Brasil e no mundo. O Engie Lab é uma importante ferramenta na estratégia da empresa de liderar a transição energética global para uma economia descarbonizada, ofertando soluções inovadoras em energia e serviços. O centro de pesquisa será o segundo do grupo no Hemisfério Sul e terá também uma aceleradora de startups. 

Desde 2016 a Engie vinha negociando os possíveis locais para o investimento com a Apex-Brasil. "A escolha da capital catarinense levou em conta informações sobre incentivos fiscais e a presença de um dinâmico ecossistema de inovação. Temos possibilidades de exportar inovações e tecnologias desenvolvidas aqui no Brasil”, projetou Eduardo Sattamini (foto), diretor-presidente da Engie Brasil Energia. A capital de Santa Catarina, além de ser sede da empresa, é um dos mais importantes polos tecnológicos do Brasil, com mais de mil empresas do setor. 

“A Apex-Brasil atua fortemente para garantir a atração de centros de pesquisa e desenvolvimento para o país, como uma forma de gerar inovação, desenvolver tecnologia e promover a qualificação da mão de obra para a indústria nacional. O Engie Lab é uma conquista relevante em um setor de enorme potencial, o de energias renováveis”, observou o embaixador Roberto Jaguaribe, presidente da agência. Do governo federal, os incentivos virão da parceria com a UFSC, bem como através do enquadramento do novo laboratório na Lei da Informática e na Lei 11.196/05 (“Lei do Bem”), que concede incentivos fiscais para investimentos de pessoas jurídicas em inovação tecnológica. 


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