Urgência: uma visita indesejada

Quando alguém realiza atividades com velocidade, há maior chance de erro

Por Bernt Entschev

Quando alguém realiza atividades com velocidade, há maior chance de erro

Vivemos um período em que as atividades no ambiente de trabalho ganharam uma velocidade extraordinária. Em parte, isso tem relação direta com a tecnologia que avançou nas últimas décadas e ofereceu facilidades para resolver tudo com rapidez. No entanto, se a TI abre caminhos pavimentados, ela também cobra uma exigência maior. São tantas tarefas que o funcionário faz tudo no “piloto automático”. 

Essa velocidade dá a sensação de que tudo é para ontem, mas nem sempre deve ser assim. Quando alguém realiza atividades com urgência, há maior chance de erro e aumento do estresse, sem contar a perda de produtividade. É um efeito em cascata. Para melhor desempenhar funções, o funcionário deve separar o que é realmente urgente do que é importante. 

Para administrar isso, as pessoas devem separar todas as tarefas de rotina diária, semanais e mensais. Trabalhar com um mínimo de antecedência é outro ponto valioso. Outra dica de ouro é deixar a tarefa urgente somente para situações as quais não há controle. Elas sempre aparecerão, mas a tendência é que ocorram em menor número. E, claro, não deixar para executá-las em cima da hora, pois assim o “depois” vira “urgente” e o resultado pode ser catastrófico. Seguindo essas dicas simples, certamente será possível tirar de letra quando a urgência insistir em fazer uma visita. 

leia também

comentarios


Seja o primeiro a comentar a notícia!



Comentar

Adicione um comentário: