Aliança Láctea Sul Brasileira discute potencial da cadeia leiteira

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul devem produzir mais da metade de todo leite brasileiro até 2025

Da Redação

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Aliança Láctea Sul Brasileira discute potencial da cadeia leiteira em Chapecó

Ampliar os mercados para o leite produzido na região Sul do País com foco na exportação de produtos lácteos. Esse foi um dos objetivos da reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira (ALSB) realizada em Chapecó, nesta terça-feira (08), com a presença do presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) João Martins e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) José Zeferino Pedrozo.  A reunião contou também com os demais representantes da cadeia produtiva na região, a qual representa 38% da produção do Brasil. Acredita-se que Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são capazes de produzir o leite mais competitivo do mundo. Para isso, o setor deve apostar na qualidade, no custo baixo de produção e na logística eficiente. 

“Minha principal bandeira na gestão da CNA é tornarmos o Brasil um grande exportador de produtos lácteos. Nossa ideia é exportar no mínimo 5% da produção brasileira. A região tem um bom diagnóstico da cadeia leiteira não só do processo produtivo como da indústria. Vamos exportar, ninguém tenha dúvida de que vamos fazer isso”, declarou João Martins,  presidente da CNA. De acordo com Pedrozo, da Faesc, o Sul tem condições de exportar, principalmente pela qualidade do rebanho e por abrigar grandes indústrias. “Temos de fazer a nossa parte com uma produção de qualidade e alto nível. A partir desse momento abrimos expectativas de um mercado promissor para um futuro próximo”, reforçou. 

Produção
Os três estados do Sul produziram 12,8 bilhões de litros de leite em 2017 – 38% do total produzido no país. As expectativas são de que até 2025 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro. A região formada pelo Sudoeste do Paraná, Oeste Catarinense e Noroeste do Rio Grande do Sul pode ser chamada de a “Nova Meca” do leite no Brasil já que apresenta o maior crescimento na produção e é também onde as indústrias de lacticínios têm feito os maiores investimentos nos últimos 10 anos. 


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