Que tal um hambúrguer ao sabor da teoria da relatividade?

Seis cidades do Sul receberão o Pint of Science neste ano

Da Redação

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Seis cidades do Sul receberão o Pint of Science, maior festival de divulgação científica do mundo. Pesquisadores se reunirão em bares

O Pint of Science – festival de divulgação científica que acontece em bares – terá sua segunda edição neste ano em seis cidades da região Sul. Bares de Curitiba, Londrina e Foz do Iguaçu, no Paraná, Florianópolis e Joinville, em Santa Catarina, além de Porto Alegre (RS), sediarão bate-papos com cientistas entre 14 e 16 de maio (veja aqui a programação completa em todo o país. Basta clicar na cidade de sua preferência). No Brasil, as atividades acontecerão simultaneamente em 56 cidades – no ano passado foram 22. Não há necessidade de inscrição prévia. A entrada é gratuita – paga-se apenas o que for consumido nos estabelecimentos – e não há emissão de certificado.

Os temas são muito variados: ondas gravitacionais, vulcões, formigas, fractais, big data, a importância do sono, a ciência do hambúrguer, a rede social das plantas e vários outros, ligados a diversas áreas do conhecimento. A proposta é esclarecer dúvidas, apresentar pesquisas recentes e mostrar a beleza da ciência. “No ano passado o evento ocorreu em três locais diferentes, com público excelente nas três noites. Por isso este ano aumentamos para cinco locais, de forma a atender melhor a parcela da população interessada em ciência”, informa Lauro Luiz Samojeden, professor do Departamento de Física da Universidade Federal do Paraná e coordenador do evento em Curitiba. “Este ano procuramos abranger um número maior de áreas do conhecimento. Teremos pesquisadores da UFPR e da UTFPR das áreas de física, filosofia, informática, astronomia, zoologia, design e fisiologia”, destaca ele. 

O festival
O Pint of Science nasceu em 2012, como uma iniciativa de dois pesquisadores do Imperial College London, que convidaram pessoas com Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla para conhecer os laboratórios dos cientistas e ver de perto o tipo de pesquisa que realizavam. A partir daí, o festival se expandiu graças a uma rede de voluntários.  No Brasil, a primeira edição aconteceu em 2015, em São Carlos (SP), por iniciativa da jornalista Denise Casatti, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP). Os coordenadores e cientistas participantes do festival não recebem remuneração – a ideia é compartilhar e debater o conhecimento de forma voluntária. 


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