Desoneração da folha gera empregos?

Confira áudio da entrevista com Felipe Garcia, da UFPel, um dos autores do estudo do IPEA sobre os efeitos da medida

Por Eugênio Esber

eugenioesber@amanha.com.br

Confira áudio da entrevista com Felipe Garcia, da UFPel, um dos autores do estudo do IPEA sobre os efeitos da medida

Em 2012, o governo federal aprovou a desoneração da folha de pagamento sobre alguns setores empresariais para aliviar a carga tributária das empresas e, em tese, tornar menos onerosa a contratação e a manutenção de trabalhadores. O próprio governo Dilma tentaria, em 2015, desfazer a isenção que criou, assim como a gestão de Michel Temer, mas a medida ainda vigora e, entre seus defensores, desponta o argumento de que embora a desoneração agrave o déficit público, é importante para estimular a criação de empregos ou minorar a tendência de alguns setores a promover dispensas.

Na entrevista a seguir, o economista Felipe Garcia, professor da UFPel e conselheiro do Corecon-RS, sustenta que a desoneração da folha não levou à criação de empregos, com base em estudo que realizou com dois pesquisadores do IPEA, Adolfo Sachsida e Alexandre Ywata de Carvalho. No áudio a seguir, ele responde a um questionamento de AMANHÃ sobre se a conclusão do estudo, que abrangeu um período de forte recessão em 2015 e 2016, estaria prejudicada.

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