IBGE divulga rendimento domiciliar per capita de 2017

Estados do Sul ficaram entre os cinco primeiros; DF e SP lideram

da Redação

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta quinta-feira (01) os valores dos rendimentos domiciliares per capita referentes a 2017 para o Brasil e Unidades da Federação, calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU). Esta divulgação atende ao disposto na Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (em termos nominais) e o total dos moradores. São considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes de todos os moradores, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos. Os valores foram obtidos a partir dos rendimentos brutos efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa, acumulando as informações das primeiras entrevistas do 1o, 2o, 3o e 4o trimestres da PNAD Contínua de 2017.

A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar que, a cada trimestre, capta informações socioeconômicas e demográficas em cerca de 211 mil domicílios, em aproximadamente 16 mil setores censitários, distribuídos em cerca de 3,5 mil municípios.


Unidade da Federação Média Rendimento per capita
Distrito Federal R$ 2.548
São Paulo R$ 1.712
Rio Grande do Sul R$ 1.635
Santa Catarina R$ 1.597
Paraná R$ 1.472
Rio de Janeiro R$ 1.445
Mato Grosso do Sul R$ 1.291
Goiás R$ 1.277
Brasil R$ 1.268
Mato Grosso R$ 1.247
Minas Gerais R$ 1.224
Espírito Santo R$ 1.205
Roraima R$ 1.006
Rondônia R$ 957
Tocantins R$ 937
Amapá R$ 936
Paraíba R$ 928
Bahia R$ 862
Pernambuco R$ 852
Amazonas R$ 850
Rio Grande do Norte R$ 845
Sergipe R$ 834
Ceará R$ 824
Acre R$ 769
Piauí R$ 750
Pará R$ 715
Alagoas R$ 658
Maranhão R$ 597



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