Coamo tem receita global de R$ 11 bilhões em 2017

Maior cooperativa da América Latina distribuirá R$ 318 mi em sobras

Da Redação

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Coamo tem receita global de R$ 11 bilhões em 2017

A Coamo Agroindustrial Cooperativa – maior cooperativa agrícola da América Latina – anunciou na sexta-feira (16) que obteve receita global de R$ 11 bilhões e que distribuirá distribuição de R$ 318 milhões em sobras [como se chama o lucro distribuído entre os associados ao final de cada ano fiscal] a partir desta segunda-feira (19). Os números da cooperativa foram aprovados em assembleia geral (foto). A receita global da Coamo de 2017 sofreu uma redução de 3,32% em relação ao ano anterior. O presidente da cooperativa, José Aroldo Gallassini explica que o estoque de passagem dos produtos agrícolas tem aumentado significativamente nos últimos anos – em 2017 foi de 43,6 milhões de sacas. 

“Se estes volumes fossem comercializados no ano, ao preço médio de venda, importaria em R$ 2,2 bilhões. Os bens de fornecimento que foram contratados em 2017 e não retirados importaram em R$ 805,9 milhões. Considerando a somatória dos valores dos estoques de passagem de produtos agrícolas, ao preço médio de venda e dos valores dos bens de fornecimento contratados e não retirados, elevaria as receitas globais do ano para R$ 14,1 bilhões, o que proporcionaria um crescimento de 23,3% em relação ao ano anterior”, calcula. De acordo com Gallassini, os preços dos produtos agrícolas sofreram menos variações ao longo de 2017, decorrentes dos estoques confortáveis após grandes safras ao redor do mundo. 

Durante o ano de 2017 foram industrializados um total de 1,3 milhão de toneladas de soja; 202,8 mil toneladas de trigo; 3,3 mil toneladas de café beneficiado e 6,1 mil toneladas de algodão em pluma. A Coamo exportou 3,8 milhões de toneladas de produtos com um faturamento de US$ 1,2 bilhão e continua entre as maiores empresas exportadoras brasileiras. Como principais fatos relevantes neste ano, o presidente destaca a entrada em funcionamento de dois novos entrepostos no Mato Grosso do Sul (Itaporã e Sidrolândia), além do início efetivo das obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja em Dourados, também no Mato Grosso do Sul. 


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