Sabedoria e zelo em conservas de pescados

Gomes da Costa é uma marca com nome e sobrenome

Da Redação

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Unidade de produção da Gomes da Costa

O trecho a seguir faz parte do livro “Santa Catarina – Grandes Marcas”, publicado pelo Instituto AMANHÃ.


O mundo do empreendedorismo pode ser comparado a um navio em alto-mar. Durante o percurso, aparece uma infinidade de desafios, possibilidades de novas rotas e experiências. Para navegar em águas seguras, é preciso saber o momento certo para inovar. E a Gomes da Costa conhece bem esse universo. 

Há mais de seis décadas anos enlatando pescados, principalmente em Santa Catarina – onde é responsável pela maior fábrica de processamento de pescados da América Latina e pela maior fábrica de sardinhas do mundo –, a empresa passou por inúmeras transformações para servir produtos com qualidade e ampliar a lista de alimentos práticos e saudáveis aos consumidores. Hoje, seguindo a corrente de oportunidades do mercado nacional, continua construindo sua marca, famosa na mesa dos brasileiros. 

Não é difícil para um consumidor reconhecer a imagem do tradicional chef, na cor azul, em prateleiras de supermercados, especialmente nas latinhas de sardinhas e atum. A logomarca com o chef simboliza o que Gomes quer preservar: a sabedoria de produzir um alimento de qualidade e o bem-estar a ser desfrutado na mesa. Gomes da Costa é uma marca com nome e sobrenome, que garante confiança e segurança. E é com base nessa segurança que a empresa se mantém em destaque na oferta de produtos reconhecidamente mais saudáveis à base de pescados, como o atum sólido, a sardinha com baixo teor de sódio, e as saladas de atum com garfinho para comer em qualquer hora e lugar.

Experiência na indústria de pescados enlatados
Rubem Gomes da Costa ousou vir ao Brasil, em 1954, e abrir uma empresa de pescados em conserva. A primeira fábrica foi instalada no Rio de Janeiro e produzia apenas sardinhas enlatadas. A iniciativa foi tão bem aceita pelo público que a empresa cresceu rapidamente e ampliou a quantidade de produtos oferecidos. Entraram para o cardápio o atum sólido, o atum ralado e em pedaços. Não demorou para que a companhia ganhasse a confiança do público brasileiro. 

Em 1998, ela se trasladou a Itajaí e, no ano de 2004, a empresa foi comprada pelo grupo espanhol Calvo, líder daquele país no segmento de peixes enlatados. Foi então que a empresa se expandiu, aumentando a capacidade da sua fábrica e construindo o maior complexo de captura, recepção e processamento de pescados da América Latina, com a maior fábrica de sardinhas do mundo. 

Esse passo concretizou a empresa como referência no setor não apenas em Santa Catarina, mas em todo o Brasil. Com a mudança no sistema de gestão, também começou o processo de modernização da marca e de alguns aspectos das embalagens. Enquanto o visual ficava mais bonito e arrojado, investia-se também em praticidade e segurança. As latas de atum ganharam a tão sonhada tampa abre fácil. 

Além dos pescados, a Gomes da Costa passou a fabricar as próprias embalagens de aço que produziam as latas e as tampas com o sistema abre fácil para atum, sendo também pioneira em implantar tal sistema nas latas de sardinhas. Isso foi possível com a construção de sua fábrica de embalagens, também em Itajaí. E a inovação foi cada vez mais importante, levando a marca a ampliar seu  portfólio com a linha de patês, molhos com atum, saladas prontas e com a linha Premium, que inclui o salmão e os mexilhões. Ao mesmo tempo, a empresa passou também a desbravar um novo segmento. A Gomes da Costa entrou para o ramo dos vegetais em conservas, com o lançamento das linhas de palmitos, champignons, aspargos e corações de alcachofra. 


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