Fiesc defende manutenção dos incentivos fiscais de ICMS

Federação deseja manter competitividade do setor em SC

Da Redação

redacao@amanha.com.br

Fiesc defende manutenção dos incentivos fiscais de ICMS em reunião com Raimundo Colombo

Em audiência com o governador Raimundo Colombo e com o secretário da Fazenda, Renato Lacerda, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e representantes de sindicatos de indústrias defenderam a manutenção dos incentivos fiscais de ICMS para manter a competitividade do setor no Estado, que emprega 734 mil trabalhadores e é composto por 50,8 mil indústrias. 

Côrte entregou um documento ao governador em que destaca os efeitos positivos das políticas fiscais no setor produtivo. Isso é comprovado pela reação que Santa Catarina teve, com crescimento da economia. “A arrecadação aumenta pela movimentação da economia e não pelo aumento de tributo, que, ao contrário, contrai a economia”, avaliou, lembrando que Colombo manteve a decisão de não aumentar impostos durante sua gestão. O encontro foi realizado nesta quinta-feira (7), em Florianópolis. “Sem dúvida, não aumentar impostos foi uma forma de proteger e gerar empregos. Esta realidade faz com que Santa Catarina tenha um bom desempenho e uma retomada da economia mais forte do que qualquer outro Estado do Brasil. Estamos mais competitivos. E para 2018, a retomada será muito mais forte. O mais difícil passou”, disse o governador.

“Reitero o que vem sendo sustentado pela Fiesc e seus sindicatos industriais, sobre os efeitos positivos das políticas fiscais colocadas em prática pelo Governo do Estado nos últimos anos, determinado a manter a competitividade da indústria, não só em face dos produtos importados, mas de incentivos da mesma natureza previstos na legislação de outros Estados”, declarou Côrte, no documento. Ele salientou que a principal fonte de arrecadação do ICMS é a aquisição de produtos e serviços de amplo consumo, como energia elétrica, combustíveis, veículos automotores e serviços de comunicação, que dependem fundamentalmente do poder aquisitivo da população economicamente ativa, ou seja, empregada formalmente. “É vital, portanto, que o Estado não só preserve a atual política fiscal, como fique atento às práticas da mesma natureza por parte de outras unidades da Federação, porque sem emprego não há renda, que é sinônimo de capacidade de consumo. Reduzida a capacidade de consumo da população catarinense, aí sim, teremos queda da receita pública”, completou Côrte.


leia também

comentarios


Seja o primeiro a comentar a notícia!



Comentar

Adicione um comentário: