Gerdau nega “vantagem indevida” a servidores do Carf

MPF estaria preparando denúncia contra o grupo

Da Redação

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Gerdau nega ter dado “vantagem indevida” a servidores do Carf

A Gerdau respondeu ao jornal O Estado de São Paulo, em nota, que não prometeu, ofereceu ou deu vantagem indevida a servidores para que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) julgasse recursos em seu favor. A publicação afirma que a Operação Zelotes estaria trabalhando em uma denúncia contra integrantes do grupo Gerdau por envolvimento em suposto esquema de compra de decisões no Carf. A reportagem publicada na edição desta terça-feira (25) também afirma que o presidente da companhia, André Gerdau, não deve ser acusado. “Procuradores avaliam que ele não teve participação direta nos crimes investigados, pois apenas assinou procuração para terceiros, que teriam atuado para manipular decisões. A estimativa é de um prejuízo de R$ 1,5 bilhão”, relata a matéria. 

“A Gerdau ou qualquer dos executivos mencionados jamais prometeu, ofereceu ou deu vantagem indevida a funcionários públicos para que recursos em trâmite no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) fossem ilegalmente julgados em seu favor”, rebate a empresa, em nota enviada para o Estadão. “Os contratos com as consultorias contratadas para o caso específico, como outros que a Gerdau possui com prestadores de serviço, foram firmados com cláusula que determina absoluto respeito à legalidade, cujo descumprimento acarreta a imediata rescisão. A Companhia jamais concedeu qualquer autorização para que seu nome fosse utilizado em pretensas negociações ilegais, repelindo veementemente qualquer atitude que tenha ocorrido com esse fim”, afirma o grupo Gerdau. “Nenhuma importância foi paga ou repassada a tais consultorias e os contratos foram rescindidos quando os nomes dos prestadores de serviço investigados foram veiculados na imprensa por suspeitas de ações ilícitas”, finaliza o esclarecimento da Gerdau. 


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