Fiergs critica movimento grevista

Tentativa é manobra de privilegiados, avalia federação

Da Redação

redacao@amanha.com.br

Fiergs critica movimento grevista

A tentativa de convocar uma greve geral para a próxima sexta-feira (30) não passa de uma manobra de trabalhadores privilegiados que dispõem de tempo – não cumprem horários – porque têm estabilidade no emprego em funções do setor público ou por serem dirigentes de sindicatos protegidos pela legislação vigente. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, ao analisar a pretensa paralisação marcada para esta semana.

Segundo ele, esses grupos cercam e imobilizam o transporte coletivo, além de bloquear ruas e estradas, dando a falsa impressão de que há adesão à greve. O movimento também é inoportuno quando lamentavelmente existem no país mais de 14 milhões de pessoas desempregadas. “Se quisermos ajudar a mudar o país temos que olhar criticamente para o ressurgimento do grevismo de minorias e compará-lo às mobilizações legítimas baseadas na liberdade de expressão que são realizadas aos domingos, sem atrapalhar a circulação de pessoas”, declarou Müller.

A federação também esclareceu, em nota, que a legislação prevê o desconto do dia parado dos salários dos trabalhadores, já que a falta é entendida como suspensão do contrato de trabalho, de acordo com a Lei nº 7.783/1989 e o Artigo nono da Constituição Federal. 


leia também

Carta une Federações de Indústrias do Sul - 1º Fórum Sul-Brasileiro de Relações do Trabalho debateu reforma

Em busca de soluções para o Sul exportador - Acompanhe a cobertura especial da edição 2018 do Fórum Sul for Export

Federações apresentam a Temer prioridades da indústria do Sul - Proposições passam por modernização e reformas

Fiergs emite o primeiro ATA Carnet do Brasil - Documento isenta de impostos produtos para feiras internacionais

comentarios


Seja o primeiro a comentar a notícia!



Comentar

Adicione um comentário: