Receita com exportações de carne bovina sobe 22%

Os maiores compradores foram Hong Kong, China e Rússia

Por Agência Brasil

Apesar da Operação da PF, receita com exportações de carne bovina sobe 22%

Apesar da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal em março, o faturamento das exportações de carne bovina no mês aumentou 22% e o volume vendido, 20%, na comparação com fevereiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Na comparação com março do passado, no entanto, houve queda de 3% no faturamento.

“Os resultados positivos registrados em março demonstram a força da indústria brasileira de carne bovina e seu potencial como exportadora. Os dados confirmam que a operação policial, desencadeada em 17 de março, não foi capaz de afetar substancialmente a média das exportações, até porque muitos mercados que interromperam as negociações após as notícias veiculadas, reabriram rapidamente, demonstrando confiança na carne bovina brasileira”, avaliou Antônio Jorge Camardelli, presidente da Abiec.

O faturamento das exportações do setor no mês de março somou US$ 501 milhões, com o embarque de mais de 125 mil toneladas. Os maiores compradores de carne bovina brasileira no período foram Hong Kong, China e Rússia. A categoria mais exportada em março foi a de carne in natura, seguida pela de carne industrializada e miúdos.



leia também

A prosperidade de psicanalistas e criminalistas - Os desdobramentos das operações em curso vão escancarar certos porões onde só rara vez entrou a luz solar

Acordos comerciais fortalecem exportação catarinense - A indústria de cerâmica é uma das primeiras beneficiadas

AEB prevê superávit comercial de US$ 46,9 bi para 2016 - Apesar da ampliação, exportações renderão menos este ano

Agora quem não quer sou eu - E quando a empresa pisa na bola e compromete a imagem da celebridade que a endossa?

Alexandre Almeida comandará a BRF no Brasil - Companhia catarinense também anunciou outras mudanças

Ano do Galo: hora de encarar o dragão chinês - Não há mais como o Brasil, a futura quinta maior economia mundial, deixar de levar a maior economia a sério

comentarios


Seja o primeiro a comentar a notícia!



Comentar

Adicione um comentário: