Fórum da Liberdade debaterá o futuro da democracia

Tradicional evento trará João Dória, Pedro Malan e James Robinson

Da Redação

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Fórum da Liberdade, promovido pelo IEE, debaterá o futuro da democracia nos dias 10 e 11 de abril

Nesta terça-feira (14), o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) revelou a programação do 30º Fórum da Liberdade. O tradicional evento está confirmado para os dias 10 e 11 de abril no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). Para os debates com o tema principal “O Futuro da Democracia”, estarão presentes pensadores e lideranças políticas e empresariais nacionais e internacionais. A edição terá seis painéis, além de duas palestras especiais. A palestra inaugural do prefeito de São Paulo, João Dória, abre o evento na segunda-feira, às 15h. Na terça-feira, às 11h, será a vez do economista e cientista político, James Robinson, falar sobre a origem da prosperidade. 

Ainda fazem parte da programação o presidente do conselho consultivo internacional do Itaú Unibanco, Pedro Malan; o presidente do Foundation for Economic Education (FEE), Lawrence Reed; e o PhD em Economia pela Universidade de Cambridge, Eduardo Giannetti. No segundo dia será entregue o prêmio Libertas para o fundador e CEO do Nubank, David Vélez. Na ocasião, também será concedido o prêmio Liberdade de Imprensa para o portal Spotniks, que será representado pelo jornalista Felippe Hermes.

“Entendemos que o futuro da democracia depende justamente da compreensão da sociedade acerca da limitação da sua utilidade como modelo de tomada de decisões coletivas. Afinal, não existe o deus da democracia; o regime democrático é humano, frágil, vulnerável, corruptível (e corrupto), crescentemente regulador e limitador das liberdades individuais”, opina Rodrigo Tellechea (na foto, ao centro), presidente do IEE. “Essas imperfeições (e suas contradições) não devem desencorajar as tentativas de aperfeiçoá-lo. Se um dos grandes paradoxos da democracia moderna é a tendência de reclamar do governo ao mesmo tempo em que delega aos políticos mais responsabilidade, a única forma de vencer essa espécie rara e coletiva da Síndrome de Estocolmo é ocupar espaços na política, construir soluções inovadoras que reduzam o tamanho do Estado, descentralizem o poder estatal e empoderem o cidadão”, complementa. 


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