E não nos chamem de consultores...

Jacqueline Sosinho, da Confluência, explica o método de 'sustentadoria'

Da Redação

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Quando perguntam a Jacqueline Sosinho o que faz a Confluência, ela precisa tomar uma decisão difícil. Quando começa a falar em planejamento estratégico, Business Intelligence, Tecnologia da Informação, o interlocutor normalmente a aparteia para dizer algo como “Ah, sim, vocês são uma consultoria, então”.  É tudo que ela não quer ouvir, mas contestar o rótulo a obrigará a alongar a conversa. “Nosso conceito de trabalho não é o de consultoria, é algo novo, que estamos criando, e que a gente batizou de Sustentadoria. Mas, justamente por ser novo, a gente tem de explicar, e como muitas vezes a conversa se dá em um ambiente de conversas rápidas, como um coquetel, a gente acaba deixando por isso mesmo”, sorri a diretora da Confluência, Jaqueline Sosinho.

Na entrevista a seguir, para o Portal AMANHÃ, ela explica o que é, afinal, Sustentadoria, e cita alguns casos de aplicação do método. Um deles é a Japesca, de Porto Alegre, tradicional empresa de pescado que resolveu colocar sua marca em uma rede de sushi. Esta migração aconteceu com um processo em que a solução não veio de fora, pronta para usar, segundo Jaqueline, e sim a partir de um trabalho que envolveu os próprios líderes da empresa na busca de um novo rumo para o negócio. 




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Nelso Fagherazzi

A Infasul passou pelo processo de sustentadoria da Confluência, e está em fase de consolidação de mudança dos modelos mentais, conforme mencionado pela Jaqueline. De fato o trabalho é muito interessante para a quebra paradigmas. Todo o grupo de gestores da empresa participou e mudou a postura e forma de gestão.

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