Almeida Junior busca sócios para shoppings

Banco Rothschild foi contratado pelo grupo para buscar investidores

Da Redação

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Almeida Junior busca sócios para shoppings

Claudio Loetz, colunista dos jornais Diário Catarinense e A Notícia, informa nesta sexta-feira (28) que o Banco Rothschild tem o mandato e busca investidor para ser sócio nos seis shopping centers do Grupo Almeida Junior em Santa Catarina. Se tratam do Garten Shopping (Joinville), do Continente (São José), do Balneário Camboriú, do Neumarkt (Blumenau), do Norte Shopping (Blumenau) e o Das Nações (Criciúma). Em 2017, deverá ser inaugurado empreendimento em Chapecó. 

“Em nota, a assessoria de imprensa da rede nega que o empresário Jaimes Almeida Junior tenha a intenção de se desfazer das operações. Afirma que“está estudando a possibilidade da venda de até 20% na plataforma dos seus seis shoppings, e não da empresa, mantendo expressiva participação majoritária nos seus ativos, e ainda acima da média do setor. A empresa investiu, nos últimos sete anos, mais de R$ 1,3 bilhão na construção de cinco novos shoppings e expansões em Santa Catarina”, revela Loetz. 

“A Almeida Junior é a única empresa do setor que não possui sócios investidores, tanto na plataforma corporativa, quanto no nível dos seus shoppings. As demais empresas do setor ou já fizeram IPO e são companhias listadas na Bovespa ou possuem fundos internacionais em sua estrutura societária ou nos seus shoppings. A decisão de avaliar esta oportunidade está ancorada no novo ciclo de crescimento, com o desenvolvimento do sétimo shopping da empresa, em Chapecó, expansão do Garten Shopping em Joinville (mais 8 mil m², em 2017), e oportunidades de aquisições de shoppings em operação no Estado”, afirma a empresa em nota. 

De acordo com Loetz, o Grupo Almeida Junior já teve sociedade. “Foi com a gigante australiana Westfield, um player global, nos negócios em Santa Catarina. Na parceria, cada um dos sócios detinha 50% e, juntos, miravam a liderança nacional. A união durou de agosto de 2011 a abril de 2013, quando o empresário catarinense comprou a parte da Westfield. Acabou por desentendimentos em relação a estratégias de crescimento”, recorda. 


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