JLT Brasil amplia unidade do Rio Grande do Sul

Crescimento alcançado no primeiro ano de atuação motivou aporte

Da Redação

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A gestora de risco, seguros e resseguros JLT Brasil inaugurou nesta quinta-feira (15) seu novo escritório em Porto Alegre. A unidade, que responde pelo atendimento de todo o Rio Grande do Sul, reflete o crescimento registrado desde 2014, quando começou a operar localmente. Em pouco mais de um ano, a empresa mais que dobrou o número de clientes, diversificou e ampliou os serviços prestados. “Conseguimos esse resultado apesar da crise econômica que afeta o país e mais fortemente o Rio Grande do Sul. E vamos continuar crescendo. Nossa nova sede prevê uma operação duas vezes maior do que a que temos atualmente”, revela Frederico Petrucci, gerente regional da companhia, que tem capital britânico e uma das quatro maiores corretoras com atuação global. O faturamento mundial no ano passado foi de US$ 1,7 bilhão. 

Petrucci conta que, para conseguir esse resultado, a companhia focou no agronegócio e na indústria metalmecânica, que mantém a força em solo gaúcho apesar da crise. A empresa, porém, não descuidou do setor de serviços, no qual uma das maiores apostas é a gestão das carteiras de benefícios corporativas, que inclui planos de saúde e seguros de vida para empresas.  “Muitos investimentos pararam. Nos adequamos a essa situação com soluções diferenciadas, como a oferta de seguros de garantia para recuperação de ativos financeiros, execução judicial e crédito. E também desenvolvemos soluções que ajudam o cliente a reduzir custos importantes, como o seguro saúde”, revela ao destacar que o plano de saúde é o segundo maior custo das empresas com os funcionários, atrás apenas da folha de pagamentos. 

Atuação no Sul
Os Estados da região Sul representam 6% da arrecadação de prêmios da JLT no Brasil. Em 2015, a companhia administrou R$ 1,8 bilhão em prêmios. Inaugurado em 2012, o escritório de Curitiba deve crescer 20% este ano, depois de mais do que triplicar de tamanho entre 2013 e 2015. Com o mercado de infraestrutura – no qual a JLT é líder – muito restrito, a companhia tem apostado nos chamados riscos industriais complexos, ou seja, aqueles que as empresas têm dificuldade em conseguir a aceitação das seguradoras, como o de plantas químicas ou de papel . “Com a crise, as empresas estão mais abertas a ouvir novas propostas e temos conseguido mostrar nossa capacidade de estruturar operações melhor do que os concorrentes”, comemora João Loures (foto), diretor da Regional Sul. 


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