Frigoríficos catarinenses formam rede associativista

Os 15 membros da ASAASC faturam R$ 50 milhões por ano

Da Redação

redacao@amanha.com.br

A união de 15 pequenos frigoríficos do Oeste catarinense, que juntos faturam mais de R$ 50 milhões ao ano, motivou a criação da Associação de Agroindústrias Alimentícias de Santa Catarina (ASAASC). A bandeira elegeu o nome Saborense [junção das palavras sabor e catarinense] como marca de seus produtos. A entidade foi desenvolvida com apoio do Sebrae e do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS). O lançamento oficial será no dia 1º de julho, em Chapecó. 

Concórdia foi a cidade escolhida para sediar a rede. O objetivo inicial é centralizar os pedidos de compras dos associados e, com o aumento de volume, garantir melhores margens. “Com isso, alcançamos redução do custo operacional que, individualmente, muitos não poderiam obter. O grande diferencial, além do ganho econômico individual que fica na média de 18%, é o fato de o atendimento aos fornecedores ser realizado num único local, aumentando o tempo que os associados podem dedicar aos seus negócios”, destaca Wolmir de Souza, presidente do INCS. 

ASAASC buscará ter maior visibilidade e aumento das oportunidades das pequenas agroindústrias por meio de uma padronização de produtos e processos. O grupo também pretende ter maior espaço na mídia regional e estadual. 


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Nelson Moreira

A união sempre leva a fortalecer para melhor atender ao mercado. Tomara que atentem para a construção de uma boa relação entre todos os elos da cadeia produtora. Em tempo: já foi definida a diretoria? Serão frigoríficos de todos os tipos ou somente aves e suínos?

Sandro Luis Schmidt

Em épocas de crise, mais uma vez as empresas tomam a iniciativa de inovar e encontrar formas de aumentar suas vendas e resultados. A rede associativista é uma das formas mais eficientes de atingir esses objetivos.

Wolmir de Souza

Seu Nelson, agradeço pelo seu questionamento ao tempo que também agradeço ao Grupo AMANHÃ pelo espaço e oportunidade. A diretoria já está composta, o estatuto aprovado e devidamente registrado. O CNPJ e IE também estão prontos apenas aguardando o regime especial do Estado para iniciar nossas operações através da Central. No momento, temos apenas frigoríficos que abatem suínos, bovinos e ovinos. Nosso foco, segundo o estatuto, são agroindústrias que processam produtos de origem animal, abrindo para leite, aves e outros. Como fomentador desse processo, o objetivo do Instituto Nacional da Carne Suína é realmente melhorar a relação entre produtores independentes e pequenas e médias agroindústrias. Queremos, também, estender essa metodologia para outras regiões do país.

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