O voo que ensina a ser melhor

No trapézio voador, profissionais fazem acrobacias, enfrentam medos e criam confiança

Por Marisa Valério, de Curitiba (PR)

marisa.valerio@amanha.com.br

Fernanda Jorge e Rafael Almeida inauguram a Rise Trapézio Voador e Eventos

É balançando nas alturas, penduradas em um trapézio voador, que equipes de profissionais vêm sendo desafiadas por seus empregadores a mostrar coragem, confiança e capacidade de superação. A novidade em treinamento e capacitação seduz empresas de diferentes segmentos e tamanhos. E é também uma ousadia do casal Fernanda Jorge e Rafael Almeida, ambos artistas de circo e acrobatas com formação internacional, que acabam de inaugurar a Rise Trapézio Voador e Eventos numa chácara localizada em Campo Magro, a quatro quilômetros de Curitiba. O espaço foi criado para promover aulas regulares de trapézio voador, eventos festivos e instalação de circo. Mas está se tornando um xodó entre os organizadores de oficinas corporativas. 

Engenheira civil com especialização em cálculo estrutural, Fernanda descobriu no circo outra vertente profissional e conta que voar no trapézio facilmente se torna uma paixão. Foi assim para ela e tem sido assim para os clientes da Rise. Por envolver trabalho em equipe e demandar alta dose de confiança nos parceiros, o exercício aciona um grande conjunto de competências individuais e coletivas. Ou seja, um  prato cheio para desenvolvimento pessoal e profissional. Quem se dispõe a subir no aparelho tem de ser flexível para aceitar desafios, deve confiar em quem segura a corda de segurança, aprende sobre tempo e sincronia, aprende a superar medos e a trabalhar em equipe. Mesmo para os poucos que preferem ficar no solo, na torcida, o momento é cheio de adrenalina e aprendizado.  “É trabalho em grupo com uma experiência inusitada. Assim como no ambiente de trabalho, você nunca sabe tudo e precisa estar aberto a receber ajuda e orientação”, explica Fernanda. 

A Chácara Mangala Ekos oferece outros equipamentos, como um trapézio baixinho, tecido e cama elástica e recebe turmas de até 100 pessoas.  Depois de trabalhar como gerente de obras no Porto de Paranaguá, a engenheira, que hoje tem 31 anos, resolveu investir a sério na vida circense, em que acumula dez anos de experiência. Cursou a New England Center for Circus Arts, em Vermond (nos Estados Unidos). Habilitada em teatro, dança e acrobacia, voltou ao Brasil e abriu em 2014 uma escola de circo. Ela e o sócio têm também larga experiência na gestão de atividades em acampamentos norte-americanos, uma tradição para crianças e jovens nas férias escolares.  


RODADA

Moinho Graciosa vai a leilão
Está previsto para abril o leilão de seis imóveis que compõem a massa falida do Moinho Graciosa, incluindo o antigo moinho localizado no bairro Jardim Botânico e uma propriedade em Paranaguá. O pregão será realizado em Curitiba pelo leiloeiro público oficial Helcio Kronberg e o dinheiro arrecadado vai pagar os credores da empresa falida em 1998. No ano passado, fábricas inteiras, máquinas, equipamentos, depósitos, lojas e até terrenos e áreas de shoppings foram leiloados. Os ativos pertenciam à massa falida de companhias tradicionais do Paraná. Entre elas, as inesquecíveis Malas Ika, Alimentos Tip Top, Indústria Trevo, Melyane e Hermes Macedo. Mais informações sobre o leilão estão aqui. 

Use e compre
A incorporadora paranaense Invespark desafia a quase paralisia do mercado imobiliário com uma novidade para investidores. A campanha “Use e compre” oferece aos locatários de salas comerciais a prerrogativa de compra com abatimento de parte dos recursos pagos a título de aluguel. A modalidade está disponível para os empreendimentos Lifespace Sete de Setembro Comercial e Workspace Brigadeiro. A intenção de compra deve ser manifestada em até 24 meses. Clique aqui para obter informações detalhadas.



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