Investe SC pretende atrair empresas

Iniciativa da Fiesc e governo catarinense prospectará investimentos

Da Redação

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Reunião de abertura da Investe SC, agência de atração de investimentos lançada pela Fiesc e governo catarinense

Aumentar o investimento nos setores de alto valor agregado, reduzindo as importações, reforçando o nível tecnológico da indústria e fomentando o desenvolvimento de todas as regiões catarinenses. Estes são alguns dos principais objetivos da Investe SC, agência de atração de investimentos lançada nesta quinta-feira (26) pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e o governo catarinense A agência trabalhará na divulgação de oportunidades em Santa Catarina e na prospecção de empresas interessadas em realizar investimentos. O órgão também concentrará o atendimento das demandas de investidores interessados no Estado, acionando entidades e parceiros responsáveis e acompanhando os processos. 

"O que nos une é um objetivo em comum: fortalecer o processo de atração de investimentos estratégicos para Santa Catarina, identificar setores e definir políticas claras na atração de novos empreendimentos. Estes são diferenciais de economias que estão vencendo o jogo no mundo”, destaca Glauco Côrte, presidente da Fiesc. Entre os setores considerados prioritários estão educação, energia, logística, meio ambiente, saúde, automotivo, náutico, tecnologia da informação, automação e turismo. Eles foram indicados após estudos e debates que evidenciaram elos faltantes em suas cadeias produtivas, além de apresentarem mercado em ascensão, potencial de crescimento no Estado ou grande volume de importações.

Dados levantados pelo Observatório de Inteligência Industrial da Fiesc mostram que, de um total de 60 mil empresas multinacionais ao redor do mundo, 40% pretendem investir em projetos de inovação e pesquisa fora do seu país de origem. Os estudos também indicam que, de 35 mil projetos de investimento de média e alta tecnologia lançados nos últimos cinco anos, 73% foram realizados por multinacionais norte-americanas e europeias. “São companhias com as quais Santa Catarina pode reforçar seus vínculos culturais e socioeconômicos”, ressaltou Côrte. Estas regiões representam hoje 25% da origem de todas as importações do Estado e 40% do destino das exportações.


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