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Temporada de demissões na telefonia |
Redução de gastos e adequações estratégicas levam operadoras como Telefônica e Embratel a reduzir quadros
A semana marcou o início de processos de reestruturação e demissões em algumas das principais operadoras de telefonia fixa e móvel do país. A Telefônica, que vem enxugando sua operação desde que adquiriu a Vivo, em 2010, iniciou um programa de demissão voluntária com o objetivo de cortar 1,5 mil funcionários. Os desligamentos devem ocorrer, principalmente, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A intenção inicial da operadora era demitir 2 mil pessoas – mas o número foi reduzido em negociações com o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de São Paulo (Sintetel-SP).
Outra operadora que começou a reduzir seus quadros foi a Embratel. No mercado, especula-se que a companhia estaria disposta a reduzir até 15% de seu quadro atual em todo o país. Desde que foi adquirida pelo Grupo Telmex, em 2004, a Embratel adota uma sólida política de controle de custos. Procurada por AMANHÃ, a empresa negou que esteja realizando qualquer tipo de reestruturação e, em nota, informou que “não irá comentar especulações”. Entretanto, sabe-se que algumas unidades já estão realizando demissões. Nesta sexta-feira, a Embratel mandou embora 14 profissionais que atuavam no escritório do Rio Grande do Sul – nas áreas comercial, de operações e de cobrança.
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Comentários
E agora estao mandando os cabecas embora, como tambem os gerentes de contas, gerentes de grandes contas, etc. uma vergonha. o povo que fez a vivo serao todos demitidos. sem respeito aos grandes profissionais que fizeram o grande nome. daqui a pouco vai surgir uma grande com esse pessoal criando uma grande, nao duvido teremos a quinta operadora.
Isso é brasilia
A Empresa esta criando muitas dificuldades em concluir vendas devido a falta de equipamentos para a instalação.
Estamos aqui da Central de Atendimento do Rio de Janeiro sentados em uma bomba relogio prestes a explodir e levar comsigo 100 empregos
Em toda a região Sul (SC, PR, RS) já foram mandados embora cerca de 40 pessoas, sexta feira (09/03) começaram a despejar o pessoal e isso é só o começo.
Empresa falida que corta os investimentos tanto em tecnlogia quanto em funcionários não vai para frente mesmo. Lamentável que uma empresa tão grande tenha uma gestão tão pequena
Acho sensacional estas idéias. Já comentei que não adianta o Presidente ou diretor de primeiro escalão aparecer em público. Geralmente estas decisões são de gerentes que não estão nem aí para o mercado, funcionários, nem nada. Anônimos que muitas vezes não teriam coragem de dizer em público que são os responsáveis pelo atendimento, nem a qualidade do serviço, nem das decisões que tomam. E o mercado acaba sendo obrigado a engolir na marra.