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O próximo andar da ThyssenKrupp |
Com 100 mil elevadores vendidos no país, a empresa aposta na venda de equipamentos ecoeficientes para ampliar seu market-share
No final de junho, a ThyssenKrupp alcançou uma marca histórica: a de 100 mil elevadores vendidos no Brasil. O elevador de número 100.000, produzido em Guaíba (RS), será instalado em São Paulo, no Tower Bridge Corporate, localizado na Avenida das Nações Unidas. Com 23 empresas instaladas no país, a holding alemã quer aproveitar o bom momento do mercado brasileiro. Como? Apostando em equipamentos com viés sustentável, informa Paulo Henrique Estefan, vice-presidente comercial da ThyssenKrupp no país.
Uma das apostas da empresa são os elevadores sem engrenagem, que permitem um maior rendimento do motor, gastando menos energia. Além disso, a manutenção dispensa o uso de óleo lubrificante, evitando a poluição no meio ambiente. Outra vantagem é a aplicação do sistema ADC XXI, que permite agrupar pessoas que vão para o mesmo andar através de “chamadas” que são registradas em um terminal localizado no hall dos elevadores, evitando viagens desnecessárias. Com isso, é possível garantir rapidez no atendimento e economia de energia.
A busca por inovação é o diferencial para que a Thyssen atinja a meta de estar presente nos principais empreendimentos do país. Estefan diz que, em 2012, o mercado brasileiro de construção civil deverá crescer 6% – bem abaixo dos 14% esperados para 2011. Mesmo assim, ele ainda acredita no potencial de vendas no Brasil, que consome 13 mil elevadores por ano. Para ele, um nicho a ser explorado está nas cidades do interior. “Hoje o mercado brasileiro é um dos mais importantes no mundo corporativo. O Brasil é um mercado crescente, principalmente no interior”, avalia.
A Thyssen atua, no momento, em mais de 560 cidades no Brasil e opera unidades de negócios em todas as capitais. Para que a empresa atinja a meta de liderar as vendas de elevadores no Brasil, Estefan aposta na agilidade nas manutenções como forma de conquistar credibilidade entre os clientes. “Eu acredito que enquanto não alterarem a lei da gravidade, a manutenção de um elevador tem de ser tão importante quanto a de um avião. Nós transportamos milhões de pessoas diariamente. E é com o reconhecimento dos nossos clientes que iremos alcançar nossa meta”, acredita.
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