edição

2011

O maior ranking regional de empresas do país

Rankings completos

Como é feito o ranking

Foco no balanço

Por uma questão de credibilidade, GRANDES é um ranking construído sobre uma única fonte de informações: balanços. Mediante critérios técnicos de análise de balanço, foram examinadas tanto demonstrações contábeis de grupos como de empresas individuais.

Regionalização

GRANDES é um ranking empresarial com foco na região sul que utiliza como critério de classificação o Valor Ponderado de Grandeza (ver a seção “Entenda os Números”).

Comparabilidade

Nos rankings estaduais, três tabelas comparam o desempenho das empresas, e sua classificação entre 2008 e 2009. São as de Valor Ponderado de Grandeza, Receita Bruta e Patrimônio Líquido. Para isso, foram utilizados os dados comparativos dos dois últimos exercícios constantes do balanço de 2009, divulgado em 2010.

Nova Lei das SAs

A partir de 1º de janeiro de 2008, passou a vigorar a Lei 11.638/07, que promoveu significativas mudanças na chamada “Lei das Sociedades Anônimas”. O objetivo dessa lei foi possibilitar o processo de convergência às normas internacionais de contabilidade e contribuir para a maior transparência das demonstrações contábeis. Desse modo, desde 2008, as empresas procederam à adaptação de seus balanços às novas práticas contábeis. As alterações promovidas podem, eventualmente, afetar os números relacionados ao patrimônio líquido, receita bruta e lucro líquido e, portanto, afetar o cálculo do VPG.

Fórmulas e índices

As tabelas de GRANDES resultam da aplicação de fórmulas. Em dois casos, é aplicada uma metodologia específica:

Rentabilidade sobre a receita – As empresas que tiveram o montante de “Outras Receitas” equivalente a mais de 40% da receita líquida não foram consideradas. Este índice (rentabilidade sobre receita) procura medir o resultado da empresa em relação à sua principal atividade operacional.

Crescimento da receita – São desconsideradas empresas ou grupos que publicaram balanços referentes a períodos inferiores a 12 meses, que iniciaram suas atividades em 2009 ou que não estiveram em plena operação em 2008. O índice reflete a variação das receitas de um ano para o outro.

Critérios setoriais

As tabelas de GRANDES trazem empresas de diferentes setores, que utilizam dados diferenciados em seus balanços. Para a classificação, foram adotados os seguintes critérios comparativos:

Minoritários – A participação dos minoritários é considerada no total do patrimônio líquido. Para determinar o lucro líquido, considera-se o resultado antes da participação dos minoritários. O objetivo é apontar o patrimônio e o resultado que reflitam melhor o grupo como um todo.

Holdings – GRANDES não inclui empresas holdings cujo resultado está baseado fundamentalmente em receita/despesa de equivalência patrimonial. Admite-se, como exceção, a inclusão no ranking de uma holding desde que ela seja a única representante de um grupo ou conglomerado de empresas.

Bancos – Considera-se a receita bruta equivalente à receita líquida, que, neste caso, corresponde ao total da receita de intermediação financeira.

Seguradoras – Toma-se como receita bruta o total de prêmios emitidos. E, como receita líquida, considera-se o total de prêmios ganhos. As provisões técnicas não comprometidas são excluídas do cálculo do passivo.

Cooperativas – Na determinação do lucro líquido, não se consideram as destinações legais e estatutárias.

Fundações/Previdência – O ativo circulante é obtido pela soma dos ativos disponível e realizável. O passivo circulante corresponde ao passivo operacional. O passivo exigível a longo prazo considera o passivo contingencial. O patrimônio líquido é dado pela soma dos saldos de reservas matemáticas, resultado acumulado e fundos. A receita bruta considera apenas as receitas do programa previdencial. O lucro/prejuízo líquido é igual ao resultado do exercício do programa previdencial.

 



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