Metodologia
Foco no balanço
Por uma questão de credibilidade, GRANDES & LÍDERES é um ranking construído sobre uma única fonte de informação: balanços. Com foco nas demonstrações contábeis consolidadas ou individuais e preparadas de acordo com a legislação societária, a metodologia adotada obedece a critérios técnicos de análise de balanços.
Regionalização
GRANDES & LÍDERES é um ranking empresarial com foco na Região Sul e que utiliza, como critério de classificação, o Valor Ponderado de Grandeza (ver a seção Entenda os números).
Comparabilidade
Três tabelas trazem comparações de classificação e de valores entre os dois últimos exercícios: a de Valor Ponderado de Grandeza (VPG), a de Receita Bruta e a de Patrimônio Líquido. Para isso, foram comparados os dados de VPG, Receita e Patrimônio coletados a partir do balanço de 2007, divulgado em 2008.
Fórmulas e índices
As tabelas de GRANDES resultam da aplicação de fórmulas. Em dois casos, no entanto, é aplicada uma metodologia específica:
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Rentabilidade sobre a receita – As empresas que tiveram o montante de outras receitas superior a 40% da receita líquida não foram consideradas. O índice é um reflexo da rentabilidade em relação à atividade operacional principal das empresas.
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Crescimento da receita – Não se consideram empresas ou grupos que publicaram balanços referentes a período inferior a 12 meses, que iniciaram suas atividades em 2007 ou que não estiveram em plena operação no ano anterior. O índice é um reflexo da variação das receitas de um ano para o outro.
Critérios setoriais
As tabelas de GRANDES trazem empresas de diferentes setores, que utilizam dados diferenciados em seus balanços. Para a classificação, foram adotados os seguintes critérios comparativos:
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Minoritários – A participação dos minoritários é considerada no total do patrimônio líquido. Para determinar o lucro líquido, considera-se o resultado antes da participação dos minoritários. O objetivo é apontar o patrimônio e o resultado que reflitam melhor o conglomerado como um todo.
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Holdings – A partir de 2000, a edição de GRANDES passou a adotar como regra a não-inclusão de empresas holdings cujo resultado está baseado fundamentalmente em receita/despesa de equivalência patrimonial. Admite-se, como exceção, a inclusão no ranking de uma empresa holding nessa situação desde que seja a única representante de um grupo ou conglomerado de empresas – especialmente nos casos em que consolida os resultados das várias empresas do grupo.
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Bancos – Considera-se a receita bruta equivalente à receita líquida, que, neste caso, corresponde ao total da receita de intermediação financeira.
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Seguradoras – O total de prêmios emitidos equivale à receita bruta – e o total de prêmios ganhos, à receita líquida. As provisões técnicas não-comprometidas não são levadas em conta quando se calcula o passivo.
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Cooperativas – Na determinação do lucro líquido, não se consideram as destinações legais e estatutárias.
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Fundações/Previdência – O ativo circulante é obtido pela soma dos ativos disponível e realizável. O passivo circulante corresponde ao passivo operacional. O passivo exigível a longo prazo considera o passivo contingencial. O patrimônio líquido é dado pela soma dos saldos de reservas matemáticas, resultado acumulado e fundos. A receita bruta considera apenas as receitas do programa previdencial. O lucro/prejuízo líquido é igual ao resultado do exercício do programa previdencial.
ANÁLISE TÉCNICA DO RANKING GRANDES & LÍDERES
PRICEWATERHOUSECOOPERS – Direção:
Carlos Biedermann e Rogério Rocha
Coordenação: Alessandra Salami, Ana Mies, Rubens Biasoli e Tiago Aurelio
Assistência: Adriana Casanova, Ana Pedroso, Carolina Janczura, Cristell Justen, Estela Czerwinski, França Adegas, Gisela Severo, Karine Silveira, Lidiane Colombelli, Livian Selau, Luciana Marques e Sergio Porciúncula
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