| quinta-feira, 11 de agosto de 2011 |
| A inovação da gestão para um mundo sustentável |
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Há necessidade de uma mudança cultural da sociedade e, consequentemente, da gestão de suas organizações, sejam elas públicas ou privadas Ricardo Correa* Uma série de fenômenos complexos tem desafiado e impactado a humanidade no século XXI. O surgimento de uma rede global de relacionamentos, as inovações tecnológicas, as crises financeiras, bem como importantes questões sociais e a gravidade dos impactos ambientais evidenciam que é insustentável o atual modelo de desenvolvimento econômico, baseado na cultura do consumo. A necessidade de um crescimento sustentável em todas as suas dimensões e da gestão de inovações para esse fim tornaram-se alguns dos temas mais importantes na administração das empresas na última década. Os esforços atuais para solução desses desafios, na maioria dos casos, diminuem apenas temporariamente os processos globais de degradação ambiental e de desigualdade social, gerando ainda pouca contribuição efetiva para o desenvolvimento sustentável de toda a humanidade. Medidas mais comumente aceitas, tal como a redução da emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera, são relevantes para a amenização do aquecimento global. Entretanto, isso não é suficiente, uma vez que a magnitude absoluta dos problemas cresce em escala global com o crescimento da sociedade. O processo atual de desenvolvimento sustentável é mais uma adaptação do cenário em que a humanidade vive do que uma visão de um ideal para o futuro. Em uma sociedade fundamentada na cultura de consumo e no crescimento exponencial do uso dos recursos naturais, o foco dos esforços para o desenvolvimento sustentável, hoje em dia, tem sido a remediação gradativa dos sintomas e não a solução de suas causas fundamentais. Diante dessa situação, há necessidade de uma mudança cultural da sociedade e, consequentemente, da gestão de suas organizações, sejam elas públicas ou privadas. A humanidade e suas organizações são sistemas vivos, integrantes de ecossistemas complexos e adaptativos em nosso planeta, com os quais interagem e dos quais dependem. É preciso garantir que essa visão sistêmica seja incorporada ao processo criativo de gestão da inovação e que o ideal de sustentabilidade seja seu principal objetivo. O conflito entre o que é desejável para a sociedade e o que é aceito pelo indivíduo está presente em quase todos esses desafios. O maior de todos – salvar o planeta maximizando o bem estar coletivo - não poderá ser resolvido apenas com inovação tecnológica. É necessário promover a gestão de maneira global (incluindo das organizações, a sociedade e o planeta), proporcionando a cooperação entre todos em harmonia com o meio ambiente. Para isso, torna-se importante gerir a criatividade da espécie humana, refinando e ampliando nossa capacidade de cooperar e inovar na gestão das organizações. *diretor-executivo da FNQ |
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Futebol brasileiro parece contrariar a mais elementar das leis econômicas: a da oferta e da procura. É o que sustenta o consultor especializado em marketing esportivo Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria |
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Vendas pela internet sobem rapidamente e dão sinais de que se manterão nas alturas. Mas para entrar nesse jogo é preciso alguns cuidados |
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Mesmo que prefira fazer uma carreira longe dos negócios da família, o herdeiro precisa aceitar o peso dos fatos: jamais deixará de ser herdeiro |
Copa do Mundo coroará primeira década das Parcerias Público-Privadas no Brasil |
Relatório da Standard & Poor´s vê perspectiva de redução do endividamento que a companhia contraiu para executar projetos como o da Arena do Grêmio, no Sul |
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Novo presidente do conselho de administração da BRF, Abílio Diniz, defende ofensiva no mercado externo |
Presidente do jornal La Nación, de Buenos Aires, vê o país de Cristina Kirchner imerso não só em um caos econômico, mas em uma crise moral |
Veja como é possível – e até necessário – aplicar conceitos empresariais na gestão do esporte mais popular do país |
O jornalista Ryan Tate prega que estabelecer um horário para “riscar fora da caixa” pode render bons frutos |
Na visão de Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai, expandir o ensino técnico deve ser prioridade do país em 2013 |
O presidente da entidade que congrega os consultores de organização, Cristian Miguens, afirma haver mais diferenças do que semelhanças com experts genericamente denominados de consultores |
Jennifer Clark conta a trajetória recente da Fiat e traz detalhes sobre a transação que envolveu o governo americano e culminou na incorporação da Chrysler |
Fernando Ferreira, sócio-diretor da Pluri, mostra como TV por assinatura, internet, cabeça globalizada do jovem nas grandes cidades e incompetências do futebol brasileiro levam clubes europeus a conquistar fãs (e mercado) no Brasil |
Ainda que mantenha um perfil conservador, será inevitável que o Papa Francisco promova aberturas que aproximem a Igreja e os fiéis |
Estudo do GPTW compara Estados do Sul e de outras regiões e constata onde as mulheres detêm maior participação na força de trabalho. Mas o salário, em qualquer lugar, ainda não premia a competência feminina |
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Destaque no ranking Campeãs da Inovação, a Stemac explica como provocou o engajamento de todos os colaboradores na contribuição com novas ideias |
Software para auxiliar as empresas na gestão tributária foi uma das novidades lançadas no SAP Forum |
As dez companhias vencedoras da pesquisa realizada pela Revista AMANHÃ e Instituto Great Place to Work (GPTW) foram conhecidas e homenageadas nesta terça-feira (5/3), em almoço na FIESC, em Florianópolis |
Finep lança programa de financiamento Inovacred, e um banco de fomento do Sul é a primeira instituição credenciada no país |
Na visão da sócia da divisão de consultoria da IBM, Mônica Tyszler, empresas podem transformar grandes quantidades de dados em oportunidades de negócios |
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Como não duvidar do primo, gestor do negócio familiar, que de repente aparece com um carro novo, caríssimo, que foge do seu padrão de ganho? |
Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian, explica como o sistema ajudou outras economias a evitar o superendividamento das famílias |
Great Place To Work, que realiza com AMANHÃ a lista das melhores empresas para trabalhar no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, destaca os cases do Magazine Luiza e da Coelce como exemplos para outras companhias |
A Lee Hecht Harrison/DBM finca bandeira na região para atuar em processos de sucessão e profissionalização |
Consultora da De Bernt desvela os bastidores de uma entrevista de emprego. E lança seis conselhos fundamentais para o processo seletivo |
Para o CEO da FESA, Alfredo Assumpção, o bom líder é aquele que extrapola valores da empresa para a sociedade, melhorando todo o ambiente ao seu redor |
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