| sexta-feira, 09 de setembro de 2011 |
| A TIM quer conquistar o Rio Grande do Sul |
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Operadora lança um ambicioso plano de crescimento para ampliar seu espaço no mercado gaúcho, onde atualmente detém o terceiro lugar em market-share Por Andreas Müller A TIM escolheu um lugar emblemático para lançar seu projeto de crescimento no Rio Grande do Sul: o “acampamento farroupilha”, em Porto Alegre. Lá, em plena Meca das comemorações da Revolução Farroupilha, a operadora anunciou uma série de medidas para conquistar espaço no mercado gaúcho. Entre elas estão ofertas exclusivas, patrocínios culturais, ações de patrocínio aos dois principais clubes de futebol do Estado, campanhas institucionais, ampliação da capacidade de rede e reestruturação do comando da empresa na região sul – que passa a contar com uma diretoria exclusiva para o Rio Grande do Sul. “Atuaremos de forma totalmente diferenciada, com as estratégias direcionadas para os consumidores do Estado. Nossa principal preocupação será estar presente no dia-a-dia do gaúcho e conquistar esse mercado tão estratégico, reforçando o posicionamento que nos levou à segunda colocação no mercado móvel brasileiro”, destaca Luca Luciani, presidente da TIM BrasilUma das principais iniciativas ocorre na frente comercial. A partir deste final de semana, a TIM lançará uma promoção – conhecida como Infinity TRI – que permitirá aos clientes do Estado fazer ligações para qualquer lugar do Brasil ou para números fixos locais pagando um valor fixo por dia – cobrado somente quando houver uso da linha. A tarifa será R$ 0,25 na primeira chamada para números móveis da TIM – sejam eles locais ou de longa distância. A partir daí, o usuário pode realizar quantas ligações quiser para números TIM até às 23h59 do mesmo dia sem qualquer outra cobrança. O mesmo vale em ligações para números fixos locais de todas as operadoras, com tarifa única de R$ 0,50 por dia. “A promoção permitirá que os clientes pré-pagos no Rio Grande do Sul tenham seus serviços tarifados por dia: voz, dados e SMS. Já revolucionamos o mercado de telefonia com a tarifação por chamada do plano Infinity Pré e, agora, estamos certos de que vamos movimentar o mercado gaúcho com a cobrança por dia”, explica Luciani. Além das promoções, a TIM também prevê ações ligadas ao futebol – é patrocinadora do Grêmio e do Inter, os dois principais clubes do Estado – e melhorias na sua infraestrutura de rede. Além disso, reorganizou sua estrutura na região Sul. No comando da operação agora está Christian Krieger, que terá a missão de buscar novas parcerias em redes do varejo, ampliar pontos de venda e lojas próprias e criar serviços específicos para o Estado. Atualmente, a TIM ocupa a terceira posição no mercado do Rio Grande do Sul, com 12,8% de participação e uma base de mais de 1,7 milhão de clientes. “O projeto está totalmente focado nas necessidades e no perfil dos gaúchos”, destaca Christian Krieger, diretor da nova “Regional RS” da TIM. |
Inserir as pequenas e médias empresas no mercado de capitais – e colocá-las no radar das corretoras e analistas de investimento – é um passo fundamental para ampliar os índices de liquidez da BM&FBovespa |
De otimistas a pessimistas, instituições projetam cenários diversificados para 2013 |
Tradicional no sul, a indústria do setor se mobiliza contra a aprovação do relatório que será analisado na próxima semana na COP 5, na Coréia do Sul |
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que passará por sanção da presidente Dilma Rousseff |
Ministro acredita que, com apoio popular, presidente americano tem autoridade para ir adiante com seus programas de governo |
Audi e Mercedes-Benz - que completam o trio das maiores marcas de carros de luxo do mundo - podem voltar ao mercado brasileiro com produção local |
Lembro-me de uma dupla que não se desgrudava e que pouco comparecia às aulas. Quando aparecia, até os alemães se permitiam uma ironia, na linha de perguntar se tinham caído da cama |
Começa a sair da gaveta parte dos investimentos necessários para eliminar os grandes gargalos logísticos da região sul. Oportunidades são muitas – o que falta é planejamento |
O baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas reacende o debate sobre a importância do carvão, uma alternativa energética que ainda enfrenta resistências no governo |
Presidente do BTG Pactual acredita que o país não merece ser visto com pessimismo pelo mundo – assim como não merecia toda euforia que despertou lá fora recentemente |
Brasil e Rússia ainda estão muito vulneráveis aos ciclos das commodities, avisa Carlos Serapião, colunista de AMANHÃ |
Fiergs reuniu no Sul os economistas Armando Castelar e Samuel Pessôa para discutir como a indústria pode ser mais competitiva. O grau de intervenção do governo, concordam eles, será uma variável importante |
Tensões na Palestina ameaçam agravar o cenário mundial em 2013, é o que acredita Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil nos EUA e Inglaterra |
Para Paulo Godoy, presidente da Abdib, investimento de empresas privadas deve impulsionar a infraestrutura |
A decisão rompe uma sequência em que o juro básico havia sido mantido em 7,25% anuais - menor patamar desde outubro do ano passado |
Para Igor Morais, sócio da Volkin Investimentos, a retomada da economia neste ano deve ter maior demanda por mão de obra e – inevitavelmente - impactos sobre a inflação |
Para o economista Idaulo Cunha, a economia catarinense atravessa um período de fragilização competitiva crônica vinculada à histórica incapacidade de o Brasil se colocar em igualdade com países como a China |
Depois de um ano desastroso, o agronegócio volta a semear otimismo entre as empresas que apostam no desempenho econômico do sul |
De acordo com o ministro, nos próximos anos os países do grupo registrarão expansão maior do que as economias desenvolvidas |
Prossegue a safra de boas notícias para o ex-patinho feio da política energética brasileira |
André Esteves fará uma palestra sobre os desafios e oportunidades para a economia do Brasil e do mundo |
Corte de gastos públicos tende a frear a recuperação dos EUA, projeta o economista Cláudio Gonçalves dos Santos |
O especialista Milton Pomar lamenta a inexistência de um olhar estratégico do governo brasileiro na direção do país asiático – e mostra como esta visão se reflete no programa Ciência Sem Fronteiras |
Para Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da FGV, o cenário de preços altos nos grãos afeta todo o agronegócio |
Na visão de Lia Valls Pereira, pesquisadora da FGV, as importações podem disparar se o PIB brasileiro crescer mais de 3,5%” |
O presidente da BM&FBovespa Edemir Pinto acredita que o mercado de capitais ingressará em uma nova fase de popularização em 2013 |
O especialista Milton Pomar afirma que a China não pode se dar ao luxo de crescer menos que 7% |
Na visão de Cristina Pecequilo, doutora em Ciência Política pela USP, Obama comanda um país dividido e acena com mais do mesmo |
Há quem diga que o BNDES não tem condições de arcar com todos os investimentos que o Brasil precisará fazer ao longo desta década. Mas há alternativas que podem ajudar a cobrir essa lacuna |
Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, Brasil tem traços de país desenvolvido e necessidades de emergente |
Para o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, os mesmos fatores adversos que frearam a economia no ano passado não se repetirão em 2013 |
Para Paulo Rabello de Castro, sócio-diretor da RC Consultores, fatores que poderiam turbinar o PIB brasileiro estão perto de se esgotar |
Na visão do ex-embaixador Jório Dauster, a Alemanha impõe à Europa um modelo que funciona – para os alemães |
O auditor médico Stephen Stefani e o especialista em liderança Franco Oliveira sugerem que o Brasil dê aos medicamentos o benefício fiscal que tem oferecido a produtos menos essenciais, como automóveis |
Para o diretor de relações industriais e institucionais da Fiesc, Henry Quaresma, Brasil deve interagir mais com a China |
Crescimento no ano passado foi de 0,9%. Há três anos, índice caiu 0,3% |
Rafaela Vitória, diretora de ratings corporativos da Standard & Poor´s, projeta recuperação lenta e gradual do setor siderúrgico no Brasil a partir de janeiro |
Financeira formalizou no Banco Central pedido para operar com conta corrente |
Depois de registrar saldo positivo apenas em vendas e geração de emprego, indústria catarinense acredita na força do mercado interno como motor para retomar crescimento |
Johan Von Overtveldt prega em seu livro que a zona do euro foi concebida de forma artificial demais, em um continente que não estava politicamente preparado para aceitá-la |
blogs
| VIDA EXECUTIVA | por Bernt EntschevLivre-se da acomodação |
| SR. CONSUMIDOR | por André D´AngeloDepois da queda, o coice |
| Mundo Sem Fronteiras | por Carlos Serapião Jr.É o mandarim, ô meu! |
| COMUNICAÇÃO / por Eloi ZanettiComo reter talentos e funcionários (6) |
| DNA CORPORATIVO | por Lígia FascioniIdentidade anoréxica |
| Ball Street | por Fernando FerreiraA caixa preta do futebol precisa ser aberta |
| INTELIGÊNCIA COMPETITIVA | por Eduardo LapaUm mundo mais Inteligente |


“Atuaremos de forma totalmente diferenciada, com as estratégias direcionadas para os consumidores do Estado. Nossa principal preocupação será estar presente no dia-a-dia do gaúcho e conquistar esse mercado tão estratégico, reforçando o posicionamento que nos levou à segunda colocação no mercado móvel brasileiro”, destaca Luca Luciani, presidente da TIM Brasil


