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quinta-feira, 07 de fevereiro de 2013
O caso do iPhone da Gradiente

A empresa Gradiente fez parte da minha infância. Por isso, fico triste com esse ato desesperado e sem noção de utilizar a marca iPhone no Brasil

A princípio, não parece que a empresa tenha realmente tido má-fé. De fato, ela entrou com o registro da marca em 2000 (a Apple já tinha o iMac e o iBook, mas não era ainda tão popular assim no Brasil). O INPI, com toda a agilidade que lhe é peculiar, só concedeu o registro em 2008 (o iPhone da Apple foi lançado em 2007). Agora, cinco anos depois, a Gradiente resolveu botar as manguinhas de fora e fazer valer seus direitos (a Apple não vai mais poder usar a marca aqui no Brasil por causa disso).

gradiente-iphone-350A Gradiente tem direito e é apoiada pela lei, isso é fato. Mas e a questão ética? Quando falo de ética aqui, ressalto, principalmente, a intenção. Com que intenção uma empresa brasileira teima em usar um nome comercial consagrado por outra, ícone no mundo todo?

Não estou aqui questionando a lei. Ela tem direito e pronto, isso não está em pauta. Mas por lei, o Renan Calheiros também tem o direito de estar onde está e não precisamos discutir o que a ética tem a ver com isso. Com base na lei, barbaridades de todo o tipo acontecem diariamente no nosso país. Temos que cumprir a lei sim, é claro, mas uma empresa que quer consolidar sua marca precisa ir além disso. Precisa se preocupar em entregar valor para seus clientes, precisa respeitar sua própria identidade. Precisa ter dignidade.

A identidade da empresa é seu bem mais precioso, é o que a distingue no mundo. A Apple já tem uma identidade conhecida e consagrada. A Gradiente passou por trancos e barrancos e está tentando se reerguer. Mas sob que bases essa  ressurreição está sendo construída? Sob a infelizmente famosa e corriqueira “Lei de Gérson”, aquela que glamouriza a esperteza de levar vantagem em tudo?

Penso que não usar a marca iPhone, no caso da Gradiente, não é uma questão de direito. É uma questão de visão estratégica. E ouso dizer mais: é até uma questão de senso de ridículo.

A empresa lançou seu aparelho celular com o nome homônimo da marca Apple integrando o sistema operacional concorrente, o Android. O vídeo promocional reconhece que o aparelho da Apple é melhor (como diferencial, a Gradiente diz que o seu é o único que aceita 2 chips). Há quem tenha elogiado a “honestidade” da empresa em reconhecer que seu telefone não é tão bom quanto o aparelho que usa o nome iPhone no mundo todo há muito mais tempo (mas tinha como ser diferente?). Mas só o que consigo ver é um amontoado de incoerências e uma estratégia confusa.

Qual o posicionamento ela vai usar? O aparelho é xing-ling, mas somos protegidos aqui por lei porque por sorte tivemos a ideia do nome primeiro? Finalmente o iPhone brasileiro pelo preço que você queria? "Chupa" Apple?

Como estudiosa da área de identidade corporativa, vejo um claro problema de identidade: a empresa quer parecer moderna, honesta, descolada, popular, ou o quê?  O propósito não é claro.

Certamente ela não pode enfatizar a ética como diferencial; já vimos aqui que a questão não está apenas em cumprir a lei.  E não há dúvida, ela está se aproveitando sim da marca que outra empresa consagrou. É o equivalente a pendurar uma melancia no pescoço para ganhar espaço na mídia (inclusive internacional). A empresa, da qual nunca mais ninguém tinha ouvido falar, voltou às manchetes dos principais jornais com essa polêmica. Mas nesse contexto, é tão bom assim aparecer? Tendo suas intenções questionadas publicamente?

Do ponto de vista da inovação, fica bem constrangedor enfatizar esse aspecto. Certamente a Gradiente não pode usar isso como diferencial; é evidente que ela não conseguiria sustentá-lo.

A ênfase podia ser no heroísmo barato, no patriotismo malandro: “somos pequenos e brasileiros, mas botamos uma das maiores empresas do mundo para comer na nossa mão” (por pura sorte, mas isso não vem ao caso). É sabido que a Apple desperta paixão e ódio na mesma medida; então a Gradiente poderia explorar melhor a antipatia que alguns potenciais consumidores nutrem pela marca da maçã.

Mas fundamentar seu diferencial no ódio que alguns consumidores têm por outra empresa (que alguns poderiam interpretar como inveja ou recalque) pode mesmo sequer ser aventado como estratégia?

Penso que uma empresa séria e que buscasse um relacionamento com seus clientes a longo prazo sob bases sólidas, poderia sim, abrir mão do uso da marca, por uma questão de coerência. E ainda se diferenciar e ganhar a simpatia do mercado com isso. Minha sugestão, caso alguém tivesse me perguntado:

“Sim, nós da Gradiente poderíamos usar a marca iPhone, temos esse direito. Mas não o faremos, pois sabemos que não é o certo. Se você quer um iPhone, compre um da Apple. Nós temos um produto genuinamente nacional que pode ajudar o país a crescer e gerar empregos aqui. Nosso aparelho, inclusive atende melhor aos consumidores brasileiros, pois tem capacidade para dois chips, coisa que o concorrente não tem. Nós não usamos a marca iPhone, mas não por causa da Apple. Optamos por não usar porque respeitamos você consumidor, que é inteligente o suficiente para fazer suas escolhas sem o uso desse tipo de malandragem.”

Não sei vocês, mas eu acharia mais digno. E do ponto de vista estratégico, muito mais inteligente.

O fato é que não sei o que será da Gradiente depois desse iPhone xing-ling.

Aguardemos.
Última atualização em quinta-feira, 07 de fevereiro de 2013
 

Comentários 

 
0 #35 Narciso Machado 2013-03-14 12:50
Colunista Super desatualizada. Erros horríveis. Alguem precisa revisar os textos desta Sra. Lamentável.
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+3 #34 Douglearner 2013-03-08 16:30
Apple aceitou a interrupção do processo contra a Gradiente na Justiça do Rio de janeiro, justamente porque a Americana sabe que foi CORRUPTA (quebra da lei)ao usar a marca Iphone que é da Gradiente deste 2008. A Apple sabe tanto que DEVE à Gradiente que agora busca um ACORDO AMIGÁVEL. Ou seja, não é uma questão de produto é uma questão de ÉTICA NOS NEGÓCIOS. Nenhuma empresa pode entrar no Brasil e BRINCAR COM OS BRASILEIROS. Não interessa se ela vende um baita produto. Lei é lei. Nem applemaníoco, por mais fã que seja, não pode ser OTÁRIO, tem que aprender a ver a coisa de forma imparcial, ou será zumbi, capacho, pano velho de empresas estrangeiras. Acorda - a Apple sabe que DEVE e vai pagar por isso. Usou por 5 cinco ANOS uma marca que sempre soube que era da Gradiente e NUNCA a procurou para acertar contas. Arrogância da Americana. A Gradiente está no seu direito de buscar ser ressarcida, e qualquer pessoa que pense o contrário, nasceu para ser capacho. Douglearner
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+5 #33 Edson 2013-02-20 02:53
Como A Sra mesmo diz a Gradiente registrou a marca em 2000, muito infeliz a sua reportagem.E pela graduação o português está fraco.
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+4 #32 Diego 2013-02-14 09:45
Dona Lígia , toda essa matéria que você escreveu é muito triste. Se informe antes de divulgar essa "NOTA".
Era mais facil a senhora começar os seus comentaríos dizendo que é fã da Apple, Chamar a Gradiente de sem ética, é no minimo uma loucura ela esta fazendo cumprir o direito dela. Sem ética é a apple que mesmo sabendo que a marca iphone ja era registrada no Brasil
continuou a utiliza-lá. Tem que deixar claro que o Brasil tem suas leis, e que aqui não é terra de ninguem. Viva ao Gradiente Iphone ® Obs: sem noçao é o seu texto.
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-13 #31 André 2013-02-13 20:37
Lígia, falou tudo. Triste ver o papelão da Gradiente. Não fica nada atrás dos picaretas que nos primórdiso da internet registravam nomes de domínio de empresas ou produtos populares para depois revendê-los.
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-10 #30 Xing 2013-02-09 10:08
Ato de puro oportunismo e de mal caráter que marca a trajetória desta empresa. Desde a saída do mercado, deixou muitos fornecedores a ver navios...
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+5 #29 Mauricio 2013-02-08 17:51
a Apple tem um tempo no mercado, mas não é a mais explendida e fantástica do mundo! outros equipamentos atendem bem às necessidades dos Brasileiros. seja Brasileira, porque talvez se você não tivesse condições de adquirir um IPHONE APLLE, ficaria grata pelo fato de uma empresa brasileira lançar um equipamento que atende às mais deslumbrantes necessidade como a Gradiente do Brasil!
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+10 #28 Mauricio 2013-02-08 17:51
Com respeito à Senhora que redigiu a matéria, ela está redondamente e completamente enganada com referência à Gradiente! A Gradiente existe há muito mais de 3 décadas e está atuante até os dias de hoje em muitas casas como a minha que ainda possui equipamento de audio em pleno funcionamento. a questão é que em matéria de marcas e patentes, não importa o dono da marca, mas dizer que o produto da Gradiente é Shing ling é no mínimo desrespeitoso, porque as demais empresas que tem equipamentos de alta tecnologia como Nokia, Samsung, Toshiba, Dell, entre outras, não possuem um parque exclusivo de produção de telefones móveis.
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+7 #27 matias 2013-02-08 14:30
O registro da marca no Brasil pertence à GRADIENTE (IGBR3)não se discute! Processos milhonários por questões bem menos significantes foram vencidos por registro de patente nos EUA - tema de filmes. Valorizemos nosso país ao invés de servir de tapete pra gringo que adora um deboche tupiniquim. RESPEITEM A GRADIENTE! Sr. Eugênio Staub, estamos juntos com o Senhor, Srª Lígia Fascioni, reflita na magnitude tendenciosa de seus comentários e honre uma marca genuinamente nacional - se é que a Srª é brasileira.
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+5 #26 Thomas 2013-02-08 13:06
Ligia,

A Sr. Fala de Lei e Ética. Ir contra a Lei, apoiar alguém que não respeita a Lei ou questionar o direito legal de alguém é Ético? Peço que com sua vasta experiência me explique esta incoerência.

Atenciosamente,
Thomas
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+9 #25 Brás Cubas 2013-02-08 10:48
Gente, a Lígia não consegue "virar a página" porque a Apple patenteou a ideia...
Se para a Apple a regra é que "dono é quem registra antes", aplique-se a regra, então. O dono da marca é a Gradiente. Quer usar? Compra e paga!
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+14 #24 Coerencia 2013-02-08 10:05
A Gradiente pediu registro da marca em 2000, e já tinha aparelho dela no mercado como gradiente iphone, só consultar jornais da época para confirmar.
Onde está a ÉTICA da Apple que sabendo disso, não pediu autorização e licença para Gradiente para utilizar o nome. Leis existem e servem para serem seguidas...Que feio Apple...onde está sua ÉTICA.??? Ficou nos USA ???
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+18 #23 Décio 2013-02-08 03:05
Antes de publicar tal matéria , devia ter se informado melhor a respeito. Totalmente equivocada, e anti-nacionalista.Vou para por aqui, que coisa lamentável . Deveria se retratar .
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+21 #22 Airton Braz 2013-02-08 00:35
A Gradiente deve ficar com a marca. A empresa brasileira registrou o nome em 2000, anos antes da Apple lançar o smartphone. Além de ser caro, o iPhone da Apple entorta no bolso. Que feio, Apple!
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+28 #21 JeanLetrinhas 2013-02-08 00:06
"A Apple conseguiu junto ao INPI o direito de usar a marca ‘iphone’ para vestuário, calçados e chapelaria"!!! Isto é uma piada??? Porquê a Apple não registrou para aparelhos celulares? Porquê a Gradiente já havia feito isto muito tempo antes, mais precisamente, 7 anos antes. E agora? É só desembarcar no Brasil, inciar a venda dos produtos e esperar para ver no que vai dar? É assim que funciona no Brasil? E se fosse uma empresa brasileira entrando no mercado americano ou europeu? Aconteceria desta forma também? Pense bem...
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+30 #20 Sr.micosardinha 2013-02-07 23:59
Boa noite, Sra. Com todas as qualificações entabuladas em sua apresentação, ficou bem claro que faltou uma: INFORMAÇÃO. Defende a Apple de forma equivocada e sem qualquer estudo histórico da matéria, demonstrou estar incapacitada para alavancar opinião a favor de Apple, esqueceu de frisar que o nome já havia sido lançado pela Gradiente no ano de 2000, na ocasião a Apple silenciou, foi omissa com alegado direito, portanto, a Gradiente tem o direito legítimo e legal de requerer o registro e defender seus direitos. Demonstra ainda falta de bom sendo e desconhecimento vocabular ao emparelhar a marca Gradiente a produtos Xing Ling, sinônimo de produto de péssima qualidade a Gradiente é uma empresa séria e sempre lançou produtos de qualidade, pioneira nesse objetivo. Assim sendo, deveria estudar um pouco mais o assunto antes de tecer comentários equivocados e tendencioso.
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+28 #19 Emerson Sousa 2013-02-07 23:48
Como diz o falecido Alborghetti, não tem o que falar, fala pela b.... entendeu.

A doutora/socialite em engenharia de produção, não se deu ao trabalho de pesquisar toda esta história e já entra no bondo querendo sentar na janela.

A típica arrogância da maioria dos brasileiros em menosprezar tudo que é nacional e dar razão aos estrangeiros como se tudo que fosse feito por empresas daqui é lixo.

Voltando ao assunto, a Apple pode ter o melhor telefone do mundo, mas se quer usar o nome, precisa seguir as regras de cada país. Oras, se a marca é de outra empresa aqui no Brasil, pague pelo direito de usar, lucre e seja feliz.

Agora esta "PORTA" chamada Lígia, me vem comendo mortadela e arrotando caviar.

Tenha santa paciência. Se não tem conteúdo para postar, cale-se.

Bom, a peruca loira dela justifica a ignorância.

Sem mais
Emerson Sousa
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+26 #18 TDKLM 2013-02-07 23:45
A Lígia Fascioni anda precisando ler e se inteirar mais sobre a história da Gradiente

Ou ela está a serviço de alguem?
A matéria foi encomendada?
Tá parecendo, pelo grau de desinformação.
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+26 #17 Roberto 2013-02-07 23:30
Se você descobrise que era dona da formula da coca-cola, iria fazer o que? Deixar por isso mesmo? Nos EUA a dona da marca Iphone era da Cisco, e mesmo assim a Apple lançou o seu Iphone, foi aberto um processo e no final a Apple compro os direitos da Cisco, parece que ela ja tem know how desses procedimentos.
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+30 #16 orlando Jose Wujasty 2013-02-07 23:24
Xing-ling eh o seu comentario.
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+28 #15 orlando Jose Wujasty 2013-02-07 23:22
Ligia Fascioni, quanta ignorancia despejada no seu comentario tendencioso a cerca do iPhone, bla bla bla. Tambem tenho um iPhone, nem por isto vou cruscificar uma empresa que foi sinonimo de qualidade em eletronicos na minha epoca. A Gradiente, tem sim o direito a marca e esta certa em lutar pelo seu patrimonio.
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+33 #14 Barbieri 2013-02-07 21:57
Quoting Lucas Freitas:
Bem parciais tais comentários, ou melhor, bem "applemaníacos". E por qual motivo a Apple não buscou a Gradiente antes para COMPRAR A MARCA JÁ REGISTRADA? Por qual motivo a Apple esperou tantos anos e nada fez??? Ética? Enfim, "aguardemos" cada um com o próprio celular "iphone".

Ligia! Os Americanos são muito patriotas, os Gaúchos também, Sou Paranaense e você? Vamos ser brasileiros mais patriotas, valorizar empresas brasileiras, vale a pena...
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+30 #13 Barbieri 2013-02-07 21:43
Ligia! Os Americanos são muito patriotas, os Gaúchos também, Sou Paranaense e você? Vamos ser brasileiros mais patriotas, valorizar empresas brasileiras, vale a pena...
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+35 #12 acbola 2013-02-07 21:31
Quoting Floripaum:
Prezada Sra. Ligia Fascioni, boa tarde!

Serei breve e muito objetivo em meu comentário acerca de sua matéria...

Muito me assusta uma profissional com um curriculum com o seu, questionar a ética empresarial da Gradiente... Talvez por ausência de know how jurídico especifico, ou ainda, audácia...
De todo modo, oriento que busque se atualizar de algumas questões que, sem maiores esforços, encontrara respostas e resolvera o claro conflito existencial na forma de refletir sobre o caso...


Além do mais, a sra. faltou com a ética e o respeito ao chamar o celular da Gradiente de um nome pejorativo que não vou repetir. Esse celular não achado no lixo. Ele é o ganha pão de muita gente.
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+33 #11 Adriano Silva 2013-02-07 21:26
SrLigia com todo respeito fez parte de sua infancia Gradiente esta para Apple Faz Parte de seus dias atuais...
Se a Sra Tivesse um Direito não o exerceria? Como Autoro de livros voltados a identida de empresas e estrategias, deveria estar atenta àsestrategias do mundo corporativo...
realmente Não a sra não Sabe o que sera da gradiente depois dese ato ,poderia ser mais precisa em sua conclusão final...
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+33 #10 FS1302 2013-02-07 21:23
Por isto nao somos respeitados mundialmente
Precisamos ter auto estima e valorizar nossos produtos
Gradiente nao eh empresa de fundo de quintal e merece respeito
Valorizam somente o que eh de fora
Respeito a gradiente sinônimo de qualidade
E duro ler o estes applemaniacos ficam dizendo
Tenho orgulho da gradiente
Se fosse na Argentina tinha panelaco defendendo a Gradiente, aqui ficamos vendo estes comentários
Vai p Miami comprar seu iPhone la
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+32 #9 Floripaum 2013-02-07 21:19
Prezada Sra. Ligia Fascioni, boa tarde!

Serei breve e muito objetivo em meu comentário acerca de sua matéria...

Muito me assusta uma profissional com um curriculum com o seu, questionar a ética empresarial da Gradiente... Talvez por ausência de know how jurídico especifico, ou ainda, audácia...
De todo modo, oriento que busque se atualizar de algumas questões que, sem maiores esforços, encontrara respostas e resolvera o claro conflito existencial na forma de refletir sobre o caso...
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+35 #8 FS1302 2013-02-07 21:11
Ridiculo seus comentários
Por iate estes americanos arrogantes não nos respeitam.
Quando estamos no nosso direito vem sempre defender
Gradiente merece respeito
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+36 #7 acbola 2013-02-07 21:04
Seu post é unilateral. Só considera os interesses da "boazinha" Apple que quando alguém pisa no calo dela ele mete process (vide Samsung). A Apple foi desonesta, portanto, anti-ético ao registrar um nome que ela sabia não ser dela. A Gradiente tem mais é que cobrar mesmo.
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+35 #6 João 2013-02-07 21:03
Esse texto só pode ser uma piada! A melhor parte é a sugestão dada no final... Lígia, você não serve nem para consultora de vendedor de guarda chuva.
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+40 #5 Rafael 2013-02-07 21:01
E o iphone que a gradiente lançou no ano de 2000?
Todo o seu texto é totalmente tendencioso, deveria ter vergonha de escrevê-lo dizendo que a gradiente fez parte da sua infância.
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+44 #4 ademar 2013-02-07 20:44
ligia

Voce falou muito em ética, dignidade etc.E a Apple, foi ética?, foi digna? Quando a Apple quis registrar o Iphone no Brasil ficou sabendo da existencia de outro registro.
Mesmo assim lançou o seu Iphone e "se mancou", ficou quieta no canto dela e não procurou a Gradiente para uma permissão de uso da marca.

Como é que ficam a ética e dignidade nesta caso pelo lado da Apple??
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+41 #3 Thomaz 2013-02-07 20:41
Discordo da visão que seria antiético. Seria se a Gradiente quisesse enganar o consumidor fazendo o mesmo comprar gato por lebre. Ora, o próprio artigo reconhece que a própria Gradiente divulgou um vídeo mostrando as diferenças. A marca escrevendo diferente, o celular com formato diferente, tudo diferente. Quem vai confundir?!? Isto é só uma questão de direito comercial. A marca é uma propriedade, e no Brasil esta marca tem dono: Gradiente. Por que ela abriria mão desta propriedade? Só para agradar a Apple e seus fãs? Ora, se a Apple que usar a marca que compre a mesma da Gradiente...
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+38 #2 dindin56 2013-02-07 20:34
Quoting Lucas Freitas:
Bem parciais tais comentários, ou melhor, bem "applemaníacos". E por qual motivo a Apple não buscou a Gradiente antes para COMPRAR A MARCA JÁ REGISTRADA? Por qual motivo a Apple esperou tantos anos e nada fez??? Ética? Enfim, "aguardemos" cada um com o próprio celular "iphone".


Bem colocado caro Lucas, digo mais nao se pode ter dois pesos e duas medidas a APPLE sabe muito bem processar as concorrentes quando tem seus direitos ameaçados, tem que pagar mesmo pelo uso indevido.
Quote
 
 
+36 #1 Lucas Freitas 2013-02-07 20:21
Bem parciais tais comentários, ou melhor, bem "applemaníacos". E por qual motivo a Apple não buscou a Gradiente antes para COMPRAR A MARCA JÁ REGISTRADA? Por qual motivo a Apple esperou tantos anos e nada fez??? Ética? Enfim, "aguardemos" cada um com o próprio celular "iphone".
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